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O período mais esperado do ano já bate à porta. A Black Friday é um daqueles eventos do estilo ganha-ganha, bom para todo mundo: para quem compra, porque paga mais barato, e para quem vende, pois libera os estoques e aquece as vendas para o Natal. (mais…)

Já parou para avaliar a quantidade de informações que as empresas manipulam diariamente? Com o passar do tempo, esse número aumenta consideravelmente, tornando praticamente inviável o controle em planilhas eletrônicas. (mais…)

Hoje as empresas lidam com uma série de burocracias que tomam tempo, lotam as caixas de e-mail e formam uma miscelânea de informações que ocupam espaços de máquinas e servidores. (mais…)

Em períodos cada vez mais curtos, a tecnologia vai se atualizando e disponibiliza no mercado aplicações necessárias ao desenvolvimento de projetos digitais. É o caso do Power Apps, uma plataforma de dados para a criação de aplicativos personalizados.

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O cartão de visita virtual é uma ferramenta de comunicação que contém dados como nome, cargo, telefone, endereço, e-mail, site e páginas nas redes sociais – tudo ao alcance da mão. Durante anos confeccionado em papel e distribuído em reuniões, visitas e eventos de negócio, agora ele é passado por plataformas como WhatsApp e Telegram. (mais…)

Que a computação em nuvem transformou a tecnologia digital não é mais uma grande novidade. Além das transformações na forma e funcionamento de vários dispositivos, essa mudança também impactou o mercado de trabalho. 

A partir das demandas que surgiram com a inovação, há um movimento que busca por inovação. Nela, gestores buscam não ficar tão presos a problemas ligados a TI. 

Nesse contexto surge o Xaas. Termo que pode ser traduzido pela ideia de “tudo como um serviço”, essa noção envolve modelos e paradigmas que prometem transformar a forma como a área de Tecnologia da informação tem atuado. 

Afinal, o que é o Xaas?

A tecnologia de nuvem é usada para o armazenamento e backup de documentos, como é o caso dos softwares como serviço, representado pela sigla Saas. Serviços que oferecem o upload de arquivos onde não se paga  infraestrutura do sistema é um exemplo dessa prática. 

Nesse sentido, tudo o que o usuário precisa pode ser acessado apenas com a internet, sem arcar com custos de atualizações de sistemas, por exemplo. Dentro dessa área, quem também aparece é o XaaS.

Como já citamos anteriormente, o Xaas envolve qualquer demanda do serviço de nuvem. Por isso há o elemento X, que representa as inúmeras possibilidades que essa forma de trabalho pode levar ao profissional de TI.  

Dessa forma, o modelo de negócio Xaas possui diversas possibilidades de atuação. Baseado na demanda das empresas, esse serviço tem sido escolhido por muitas empresas. 

Em vez de comprar a licença de um produto para ter sempre, o que tem acontecido hoje é uma contratação temporária. Assim, quando a demanda por aquele produto acaba, a empresa consegue cancelar o contrato.  

Dentro desse movimento, está inserido o Xaas que oferece soluções ligadas a recursos computacionais a partir da internet. Nesse sentido, não há um único servidor centralizado. 

Esse formato adota uma lógica de servidores espalhados nos centros de processamentos de provedores. Assim, para acessar o produto, o usuário precisa apenas do acesso à internet.  

De acordo com o termo estabelecido entre o cliente e o provedor, há algumas demandas de serviços específicas. Por exemplo, algumas formas de trabalho como o software como um serviço (SaaS), as demandas de manutenção e gerenciamento são responsabilidade do fornecedor. 

Por que investir no modelo de negócio Xaas?

Modelo de negócio em ascensão, o Xaas já é uma tendência no mercado de tecnologia e inovação. Por ser baseado na demanda, esse tipo de negócio consegue sobreviver às mudanças do mercado. 

Isso porque, de tempo em tempos, novas tecnologias surgem e,com isso, as necessidades dos clientes se transformam. Dessa forma, os serviços oferecidos pela empresa podem ser adaptados de acordo com o mercado. 

Além do mais, essa forma de trabalho proporciona maior eficiência financeira. Com isso, os custos de algumas operações só serão pagos quando a empresa estiver utilizando. Dessa forma, a empresa não tem custos para manter, por exemplo, um data center exclusivo. 

Outra vantagem é a maior agilidade para resolver problemas. De forma remota, a empresa de Xaas pode solucionar uma falha no sistema. O que torna toda a dinâmica desse processo mais fácil, sem a necessidade de deslocamento de mão de obra. 

Portanto, o Xaas é mais uma área promissora dentro do TI. Confira outras novidades do setor no blog da 4infra

Na rotina do profissional de TI, muitas vezes surgem problemas que precisam ser resolvidos. Em muitos momentos, podemos recorrer sempre as mesmas soluções, sem pensar em estratégias mais inovadoras. 

E, quando apostamos sempre nas mesmas formas de resolver um problema, dificilmente poderão surgir formas mais ágeis e melhores. Por isso, com o intuito de promover novas perspectivas, acontece a união da área de TI com o design thinking. 

Design thinking: entenda como esse método funciona

Conhecido pela abordagem não linear, o design thinking é uma forma de estimular o pensamento crítico na solução de problemas. 

A partir desse método de analisar situações, é possível promover a construção de novas abordagens para situações do cotidiano. Um dos objetivos desse conjunto de técnicas é que, de forma conjunta, possam ser solucionadas questões do dia a dia. 

Dessa forma, o design thinking não busca promover uma única  fórmula para solucionar questões de clientes ou da área de atuação. Ele busca apresentar o máximo de ideias possíveis para resolver algo. 

Nesse sentido, essa técnica é ótima para repensar as estratégias que estamos adotando. Mais do que uma solução infalível, o método pretende reunir o maior número de pontos de vista sobre uma questão. 

Área de TI e Design thinking: como essa combinação pode dar certo?

A partir das técnicas do design thinking, são promovidos aspectos importantes para o profissional de TI. O potencial criativo, o planejamento e a busca por maneiras mais simples e ágeis de solucionar problemas são questões importantes no cotidiano do TI. 

Por isso, a combinação dessas duas áreas pode trazer inúmeros benefícios para quem precisa resolver questões na área da tecnologia.  Um dos princípios que envolve o design thinking é a empatia. 

Num primeiro momento, esse conceito pode parecer distante do universo do TI. Entretanto, no dia a dia é necessário compreender a realidade de quem usará a solução que o profissional está propondo.

Isso porque, em alguns casos, se não analisar quem usará aquele produto, podem ser desenvolvidos produtos e serviços que o consumidor final não consegue acessar. Um bom exemplo é pensar no desenvolvimento de um site, por exemplo, para crianças. 

De nada adiantará desenvolver inúmeros textos de forma muito complexa, se o público infantil não conseguir entender a lógica do site. Por isso, o exercício de empatia é fundamental para que o TI entenda o que ajudará de fato quem irá usar aquela solução. 

Para entender de forma mais clara os processos do design thinking, vamos te apresentar quatro etapas importantes. Vale lembrar que esse processo não é linear, por isso, não precisa ser seguido à risca. 

O momento de imersão e a ideação

Nessa etapa são apresentados os problemas que precisam ser solucionados. Para isso, os envolvidos podem usar técnicas como a análise SWOT, que avalia pontos fortes e fracos ligados à questão que precisa ser resolvida. 

Por exemplo, se a questão está ligada a processos da empresa, o SWOT é um norte para compreender esse cenário. Para isso, são analisadas as forças e fraquezas da empresa, além de observar fatores externos como as oportunidades e as ameaças. 

Para avaliar esses pontos, o profissional pode pesquisar sobre o cenário do setor que a empresa está inserida, tendência do momento e inovações. Nesse processo, também pode ser avaliado feedbacks de clientes e a cultura organizacional. 

Já na fase de ideação, o que se busca é apresentar diversas possíveis soluções e pontos relacionados à empresa. Para isso, é interessante reunir o núcleo de TI do local para ter novas ideias. 

Essa fase busca dar mais liberdade para a equipe, O objetivo é que os colaboradores estejam aberto à dispostos a dar ideias que podem ajudar a solucionar as questões encontradas. 

Prototipagem e desenvolvimento

Depois que as ideias surgiram, é importante que elas sejam lapidadas. E, é nesse momento, que são selecionados os caminhos que vale a pena seguir. Para isso, é importante olhar de forma crítica para o que foi proposto e desapegar das ideias. 

Após essa análise, é desenvolvido um protótipo do que pode ser a solução. Por exemplo, se o que se deseja mudar é o layout do site da empresa, essa é a fase de pensar nos recursos propostos que estão alinhados à empresa.

Além da prototipagem, outra fase do design thinking é o desenvolvimento.Essa fase é importante para testar as soluções propostas. Para isso, deve-se avaliar os resultados da ação e se é necessário algum ajuste.

A partir disso, o processo consegue chegar até um produto final. Nesse momento, a área de TI pode se articular com outros setores como a comunicação e vendas da empresa. 

No trabalho de TI, essa prática pode ser adaptada de acordo com a realidade da empresa que está atuando. O importante é buscar outras formas inovadoras de solucionar questões importantes. 

 

Importante para o funcionamento do sistema, a memória RAM guarda informações indispensáveis para o funcionamento do PC. É nesse local que ficam armazenadas informações temporárias que ajudam na execução de aplicativos. 

A sigla RAM vem do termo em inglês, “random access memory”. Sua tradução em português significa “memória de acesso aleatório”. Essa peça facilita o trabalho do processador já que acessa os dados de forma ágil. 

Com os avanços no campo da tecnologia, outra geração promete ainda mais avanços para a memória RAM: o DDR5. Considerada a nova geração da memória de acesso aleatório, vamos te apresentar o que há de inovador nesse lançamento. 

Afinal, o que é o DDR5?

Novo padrão de memória RAM, o DDR5 é uma novidade que estará em lançamentos do mundo da tecnologia ainda em 2021. Sucessor do DDR4, sua tecnologia estará presente em computadores e celulares. 

De maneira geral, o JEDEC, consórcio responsável pela padronização técnica das memórias em estado sólido, aponta as principais novidades. Uma delas é  a promessa de  dobrar a largura da banda disponível na sua versão mais anterior. 

Ou seja, essa mudança irá transformar a capacidade de transmissão da memória, o que impacta na conexão ou rede. Essa novidade está ligada aos pentes que alcançam velocidade de 4.800 MHz em até 128 GB. 

Outro ponto de destaque do DDR5 está na junção de dois elementos importantes para os dispositivos atuais. A memória promete unir maior eficiência energética com um desempenho superior à tecnologia disponível até então. 

Nesse sentido, o DDR5 oferecerá um uso menor no consumo de energia se comparada com a tecnologia anterior, o DDR4. A previsão é que, nos próximos meses, sejam desenvolvidos outros dispositivos, como os chips e módulos de memória. 

Confira os detalhes das melhorias da nova memória RAM

Para entender de maneira detalhada as inovações da DDR5, apresentamos alguns dados ligados ao desempenho desse novo conceito de memória. Uma das transformações está ligada à densidade máxima do SDRAM. 

Se comparada a geração anterior, a DDR5 aumentou muito em relação a sua capacidade. A partir dessa novidade, os chips chegam até 64Gb, o que é quatro vezes maior que a capacidade da geração DDR4, que chegava até 16 Gb. 

Como já citamos anteriormente, outra grande mudança foi na eficiência energética da memória. Em números, essa mudança pode ser observada na queda da tensão padrão. 

A geração anterior exigia no mínimo 1,2 V, com máximo de 2,5 V. Já o  DDR5 exige o mínimo de 1,1 V e no máximo 1,8 V, uma queda no valor máximo, por exemplo, de  0,7 V. Essa mudança impacta de forma positiva na fabricação de placas-mães. 

Isso porque, com essa melhoria energética, será possível promover mudanças na que irão melhorar o design. No caso da fabricação da placa-mãe, essa alteração irá afetar sua  fabricação em relação à organização e arquitetura. 

Outro avanço dessa nova memória está na frequência. Nos módulos atuais, a variação da taxa circulava entre 1.600 a 3.200 MHz. Já nos módulos atuais, como no DDR5, esse valor aumenta significativamente de 3.200 e 6.400 MHz. 

Alguns fabricantes apostam ainda mais alto. Fabricantes como a empresa de semicondutores da Coreia do Sul, a SK Hynix, aumentaram ainda mais esse valor, que poderia chegar até 8.400 MHz.

Conheça outras novidades no setor de tecnologia da informação e na inovação no blog da 4infra. 

 

 

Se você atua na área de TI ou costuma ler sobre o assunto, provavelmente já viu a sigla VPS. O Virtual Private Server, traduzido como servidor privado virtual, é um tipo de tecnologia que possibilita a simulação de um servidor dentro de um servidor. 

Num primeiro momento, essa definição pode parecer bem estranha e confusa. Por isso, na publicação vamos apresentar as funcionalidade do VPS e sua aplicação na área da tecnologia. 

Afinal, o que é o VPS?

Antes de apresentar suas funcionalidades, precisamos explicar alguns conceito. O servidor é um computador onde dados e outros arquivos importantes para um site ficam armazenados.

Ao visitar uma página na web, por exemplo, o navegador da página encaminha um pedido para o seu servidor. Nesse processo, são repassados os dados fundamentais para entrar no site. 

O VPS é um tipo de hospedagem de sites. Além dele, existem o do WordPress, oferecido para usuários da plataforma, a compartilhada, o cloud e a dedicada.

Na hospedagem VPS é ofertado um servidor virtual, que simula um servidor físico. Isso possibilita que a máquina seja compartilhada com outros usuários, ao mesmo tempo que, cada usuário, pode instar seu próprio software. 

Assim, podemos pensar que o VPS atua de duas formas, oferecendo um espaço virtual compartilhado e uma camada privada. De maneira prática, a hospedagem de sites com esse tipo de hospedagem é um serviço comum.

Isso porque, com o processo de virtualização, esse sistema permite num servidor de múltiplos usuários e recursos dedicados, ou seja, que são privados. Além disso, ele é uma opção de hospedagem segura e estável.

Além disso, no VPS você consegue configurar o site da sua empresa em um local seguro. Nele, há recursos garantidos, como o espaço em disco e a memória. Com isso, não é necessário compartilhar esses dados com outros usuários.   

Principais vantagens e desvantagens do VPS

Como já destacamos anteriormente, a hospedagem VPS pode ser uma boa solução para o site da sua empresa. Entretanto, devemos ter cuidado e ponderar como pode agregar ou prejudicar. 

Em situações onde há picos de tráfego de usuários, por exemplo, não existe problemas na estabilidade da página. Outro ponto importante e em destaque é que existe mais privacidade e segurança nesse serviço.  

Se comparado com servidor de hospedagem compartilhada, por exemplo, o VPS é mais rápido e confiável. Entretanto, para gerenciá-lo é necessário ter alguns conhecimentos mais técnicos. Ou seja, sua empresa precisará de profissionais capacitados para lidar com essa hospedagem.  

Além disso, a opção é mais cara se comparada a outros tipos, como a compartilhada. Em contrapartida, esse servidor proporciona uma facilidade no processo de escala, assim, se seu site crescer será mais é fácil fazer um upgrade do VPS. 

Para jogos e outros produtos que exigem um desempenho maior, o servidor se destaca em relação a outros tipos. Um bom exemplo de site com alto desempenho é o jogo Minecraft.

Dessa maneira, durante as partidas não existem problemas ligados a qualquer tipo de travamento ou até mesmo atraso. Por ter arquivos e dados protegidos de outros usuários, o servidor também proporciona mais privacidade.

Contudo, vale destacar que é importante compreender o funcionamento desse sistema. Se configurado de forma inadequada,  pode acontecer problemas graves de vulnerabilidade na segurança do sistema.

Depois entender o que é o VPS e outras questões do sistema, vale lembrar que é importante ter conhecimento técnico para ter um bom gerenciamento do site.

Para isso, a 4Infra desenvolve consultorias e outros serviços que ajudarão sua empresa. Entre em contato com nosso time e receba um atendimento especializado.

Sabe quando você tenta acessar uma página e demora muito tempo para carregar? Além de atrapalhar a navegação do usuário, um site lento pode impactar de forma negativa a imagem da empresa. 

O carregamento demorado de um site pode, em muitos casos, fazer o cliente desistir de uma compra. Esse problema também afeta o ranqueamento da página em sites de busca como o Google. 

Ou seja, além de incômodo, um site lento pode gerar prejuízos para a receita da sua empresa. Por isso, entender as causas e identificar o que contribui para essa situação é tão importante. 

Dessa forma, é possível desenvolver um plano de ações que irá solucionar o problema. Para deixar seu site mais rápido e proporcionar uma boa navegação para os usuários, conheça alguns problemas comuns que afetam sua página e deixam o site lento

1. Imagens com arquivos grandes

Em uma página na web é comum ter diversas imagens. Além de deixar o site esteticamente mais bonito, elas são grandes aliadas em atrair a atenção dos usuários. Porém, é muito importante observar o tamanho das imagens usadas. 

De forma geral, a maioria das imagens com alto grau de resolução, são arquivos grandes e pesados. Essa característica afeta diretamente o carregamento de um site. A experiência pode ser ainda pior para quem entra pela primeira vez na página. 

Por isso, para ter imagens com qualidade e que não deixem o site lento, é importante compactá-las. Esse processo pode ser feito em sites e até mesmo a partir de plugins que existem em plataformas como WordPress. 

Um site que desenvolve esse processo de forma gratuita é o CompressJPEG. Para isso, basta fazer o upload da imagem no site. Na plataforma também é possível fazer esse processo com arquivos no formato PNG e PDF. 

2. Não usar o armazenamento em cache 

Para quem não conhece, o armazenamento em cache é uma ferramenta que diminui o tempo de carregamento de uma página. Dessa forma, alguns arquivos do site já ficam carregados nos dispositivos de visitantes recorrentes do site. 

Assim, o armazenamento em cache já deixa salvo os arquivos comuns do site. Dessa forma, em uma próxima visita não existirá a necessidade de baixar todos os arquivos da página. 

Com isso, o site ficará mais rápido, o que impacta positivamente a próxima experiência do usuário no site. 

3. Site lento devido a tecnologias antigas 

Há alguns anos atrás, era comum que alguns sites ter na aplicação plugins como o Java, Flash ou o Silverlight. Desde 2015, já havia notícias sobre o desuso dessas tecnologias em sites e páginas na web. 

Além de serem ultrapassados, o uso dessas ferramentas pode afetar o acesso do usuário. Vale destacar que grande parte dos aparelhos celulares e outros dispositivos móveis não possuem suporte para esses plugins. 

Isso significa que, se sua página possui conteúdos em Java ou Flash, por exemplo, eles não conseguirão ser acessados pelos usuários. Além disso, outras desvantagens associadas a isso, são problemas na segurança e até nos travamentos de páginas.

Por isso, quem deseja ter um site mais rápido e de fácil acesso, é importante fugir de tecnologias que estão em desuso. Para isso, invista em aplicações modernas que seja compatível a diversos tipos de navegadores e dispositivos. 

Como identificar que seu site está lento?

Muitas vezes sua página na web pode ter problemas no carregamento, entretanto, a equipe da empresa pode não estar a par dessa situação. Para descobrir como está a velocidade de carregamento, é possível recorrer a alguns sites. 

Desenvolvido pelo próprio Google, o PageSpeed Insights é uma ferramenta que auxilia o processo de otimização de desempenho de um site. Para isso, basta inserir a URL do seu site na página. 

A ferramenta indicará o carregamento da página para mobile e desktop. A página do Google também atribui uma pontuação para o desempenho do site. Confira aqui!

Após o teste, se perceber que o site está lento, é importante buscar a raiz desse problema com as dicas do site. Caso tenha necessidade de uma equipe técnica na área, fale com a equipe da 4infra aqui!

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