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Se você atua na área de TI ou costuma ler sobre o assunto, provavelmente já viu a sigla VPS. O Virtual Private Server, traduzido como servidor privado virtual, é um tipo de tecnologia que possibilita a simulação de um servidor dentro de um servidor. 

Num primeiro momento, essa definição pode parecer bem estranha e confusa. Por isso, na publicação vamos apresentar as funcionalidade do VPS e sua aplicação na área da tecnologia. 

Afinal, o que é o VPS?

Antes de apresentar suas funcionalidades, precisamos explicar alguns conceito. O servidor é um computador onde dados e outros arquivos importantes para um site ficam armazenados.

Ao visitar uma página na web, por exemplo, o navegador da página encaminha um pedido para o seu servidor. Nesse processo, são repassados os dados fundamentais para entrar no site. 

O VPS é um tipo de hospedagem de sites. Além dele, existem o do WordPress, oferecido para usuários da plataforma, a compartilhada, o cloud e a dedicada.

Na hospedagem VPS é ofertado um servidor virtual, que simula um servidor físico. Isso possibilita que a máquina seja compartilhada com outros usuários, ao mesmo tempo que, cada usuário, pode instar seu próprio software. 

Assim, podemos pensar que o VPS atua de duas formas, oferecendo um espaço virtual compartilhado e uma camada privada. De maneira prática, a hospedagem de sites com esse tipo de hospedagem é um serviço comum.

Isso porque, com o processo de virtualização, esse sistema permite num servidor de múltiplos usuários e recursos dedicados, ou seja, que são privados. Além disso, ele é uma opção de hospedagem segura e estável.

Além disso, no VPS você consegue configurar o site da sua empresa em um local seguro. Nele, há recursos garantidos, como o espaço em disco e a memória. Com isso, não é necessário compartilhar esses dados com outros usuários.   

Principais vantagens e desvantagens do VPS

Como já destacamos anteriormente, a hospedagem VPS pode ser uma boa solução para o site da sua empresa. Entretanto, devemos ter cuidado e ponderar como pode agregar ou prejudicar. 

Em situações onde há picos de tráfego de usuários, por exemplo, não existe problemas na estabilidade da página. Outro ponto importante e em destaque é que existe mais privacidade e segurança nesse serviço.  

Se comparado com servidor de hospedagem compartilhada, por exemplo, o VPS é mais rápido e confiável. Entretanto, para gerenciá-lo é necessário ter alguns conhecimentos mais técnicos. Ou seja, sua empresa precisará de profissionais capacitados para lidar com essa hospedagem.  

Além disso, a opção é mais cara se comparada a outros tipos, como a compartilhada. Em contrapartida, esse servidor proporciona uma facilidade no processo de escala, assim, se seu site crescer será mais é fácil fazer um upgrade do VPS. 

Para jogos e outros produtos que exigem um desempenho maior, o servidor se destaca em relação a outros tipos. Um bom exemplo de site com alto desempenho é o jogo Minecraft.

Dessa maneira, durante as partidas não existem problemas ligados a qualquer tipo de travamento ou até mesmo atraso. Por ter arquivos e dados protegidos de outros usuários, o servidor também proporciona mais privacidade.

Contudo, vale destacar que é importante compreender o funcionamento desse sistema. Se configurado de forma inadequada,  pode acontecer problemas graves de vulnerabilidade na segurança do sistema.

Depois entender o que é o VPS e outras questões do sistema, vale lembrar que é importante ter conhecimento técnico para ter um bom gerenciamento do site.

Para isso, a 4Infra desenvolve consultorias e outros serviços que ajudarão sua empresa. Entre em contato com nosso time e receba um atendimento especializado.

Sabe quando você tenta acessar uma página e demora muito tempo para carregar? Além de atrapalhar a navegação do usuário, um site lento pode impactar de forma negativa a imagem da empresa. 

O carregamento demorado de um site pode, em muitos casos, fazer o cliente desistir de uma compra. Esse problema também afeta o ranqueamento da página em sites de busca como o Google. 

Ou seja, além de incômodo, um site lento pode gerar prejuízos para a receita da sua empresa. Por isso, entender as causas e identificar o que contribui para essa situação é tão importante. 

Dessa forma, é possível desenvolver um plano de ações que irá solucionar o problema. Para deixar seu site mais rápido e proporcionar uma boa navegação para os usuários, conheça alguns problemas comuns que afetam sua página e deixam o site lento

1. Imagens com arquivos grandes

Em uma página na web é comum ter diversas imagens. Além de deixar o site esteticamente mais bonito, elas são grandes aliadas em atrair a atenção dos usuários. Porém, é muito importante observar o tamanho das imagens usadas. 

De forma geral, a maioria das imagens com alto grau de resolução, são arquivos grandes e pesados. Essa característica afeta diretamente o carregamento de um site. A experiência pode ser ainda pior para quem entra pela primeira vez na página. 

Por isso, para ter imagens com qualidade e que não deixem o site lento, é importante compactá-las. Esse processo pode ser feito em sites e até mesmo a partir de plugins que existem em plataformas como WordPress. 

Um site que desenvolve esse processo de forma gratuita é o CompressJPEG. Para isso, basta fazer o upload da imagem no site. Na plataforma também é possível fazer esse processo com arquivos no formato PNG e PDF. 

2. Não usar o armazenamento em cache 

Para quem não conhece, o armazenamento em cache é uma ferramenta que diminui o tempo de carregamento de uma página. Dessa forma, alguns arquivos do site já ficam carregados nos dispositivos de visitantes recorrentes do site. 

Assim, o armazenamento em cache já deixa salvo os arquivos comuns do site. Dessa forma, em uma próxima visita não existirá a necessidade de baixar todos os arquivos da página. 

Com isso, o site ficará mais rápido, o que impacta positivamente a próxima experiência do usuário no site. 

3. Site lento devido a tecnologias antigas 

Há alguns anos atrás, era comum que alguns sites ter na aplicação plugins como o Java, Flash ou o Silverlight. Desde 2015, já havia notícias sobre o desuso dessas tecnologias em sites e páginas na web. 

Além de serem ultrapassados, o uso dessas ferramentas pode afetar o acesso do usuário. Vale destacar que grande parte dos aparelhos celulares e outros dispositivos móveis não possuem suporte para esses plugins. 

Isso significa que, se sua página possui conteúdos em Java ou Flash, por exemplo, eles não conseguirão ser acessados pelos usuários. Além disso, outras desvantagens associadas a isso, são problemas na segurança e até nos travamentos de páginas.

Por isso, quem deseja ter um site mais rápido e de fácil acesso, é importante fugir de tecnologias que estão em desuso. Para isso, invista em aplicações modernas que seja compatível a diversos tipos de navegadores e dispositivos. 

Como identificar que seu site está lento?

Muitas vezes sua página na web pode ter problemas no carregamento, entretanto, a equipe da empresa pode não estar a par dessa situação. Para descobrir como está a velocidade de carregamento, é possível recorrer a alguns sites. 

Desenvolvido pelo próprio Google, o PageSpeed Insights é uma ferramenta que auxilia o processo de otimização de desempenho de um site. Para isso, basta inserir a URL do seu site na página. 

A ferramenta indicará o carregamento da página para mobile e desktop. A página do Google também atribui uma pontuação para o desempenho do site. Confira aqui!

Após o teste, se perceber que o site está lento, é importante buscar a raiz desse problema com as dicas do site. Caso tenha necessidade de uma equipe técnica na área, fale com a equipe da 4infra aqui!

Hoje, quase todos os dias desenvolvemos alguma atividade ligada à internet. Seja a trabalho ou para jogar com os amigos, é assustador pensar na quantidade de usuários conectados à web que existe em todo o planeta. 

No Brasil, o número de mais de domicílios com internet chegou a 82,7% em 2019. É o que demonstra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Manter cada um dos pontos do planeta com acesso a internet é um dos temas relacionados ao IPV6. Continue lendo a publicação e saiba o que é e a importância desse dispositivo para o acesso a internet. 

Afinal, o que é o IPV6?

Quando cada um dos usuário se conecta a internet, um Internet Protocol, o IP, é associado a sua máquina. Com o grande volume de computadores e dispositivos móveis usando a internet, os número de IP estão cada vez mais escassos. 

Com o intuito de solucionar esse problema, surge o Internet Protocol version 6, também conhecido pela sigla IPV6. Lançado em 2012, a proposta desse novo protocolo surgiu em 1998. 

Antes de qualquer coisa, é importante destacar que no início a internet não foi desenvolvida pensando em chegar a um grande número de usuário. Entretanto, com o passar do tempo, a conexão se popularizou. 

Mudança do IPV4 para IPV6

Com o grande número de usuários, foi necessário desenvolver uma nova possibilidade de IP. No início, o IPV4, que é a versão anterior ao IPV6, havia 4 bilhões de combinações. Com o grande número de usuários, esse valor já não era mais suficiente. 

Caso esse processo de mudança dos IPs não aconteça, existe uma grande possibilidade de esgotamento do IPV4. Isso impactaria a possibilidade de usar o sistema com alta produtividade. 

Permanecer no antigo protocolo de internet, impacta também a forma como navegamos e o seu custo. Vídeos que não carregam, a impossibilidade de entrar em alguns sites mais pesados são alguns cenários que serão comuns caso essa transformação não aconteça. 

Nesse processo de mudança, os dois protocolos existem de maneira simultânea. Com o objetivo de aumentar o número de combinações, o IPV6 proporciona algumas vantagens.

A configuração de rede simplificada, roteamento de conexão mais eficiente e as melhorias da segurança são algumas mudanças com impacto positivo. Outros benefícios são o fluxo de dados direto, o processamento dos pacotes de internet e um suporte mais preparado.  

Outra tecnologia que nasce a partir do IPV6 é a criptografia. O protocolo pode garantir que os dados dos usuários serão manejados de forma mais confiável, com autenticidade e integridade. 

Inovações possíveis com novo protocolo de internet

Hoje, cada vez mais objetos conseguem se conectar à rede de internet. Lâmpadas, geladeiras e até janelas podem ser ligadas a dispositivos móveis como o aparelho de celular e o tablet. 

A partir do IPV6, novos horizontes foram ampliados com a novidade no mundo da tecnologia. Os exemplos acima são algumas possibilidades que nascem a partir de uma conexão eficiente. 

Afinal, aparelhos inteligentes como televisores e outros objetos controlados por dispositivos móveis não são possíveis sem o acesso a internet de qualidade. Por isso, a mudança é tão importante. 

Para que essa transformação aconteça, empresas e usuários precisam ajudar nesse processo de mudança. Os negócios que atuam no setor de desenvolvimento de sites e software devem ajudar nesse mudança. 

Outras áreas como os fabricantes de equipamento e provedores de internet devem olhar com atenção ao criar produtos e ferramentas que usem o IPV6. Já o usuário, irá desempenhar um papel importante de consumir dispositivos aptos para o IPV6. 

Depois de conhecer mais sobre o IPV6, é importante analisar se sua empresa já está preparada para essa nova tecnologia. A 4infra oferece consultorias para a área de TI, entre em contato com nossa equipe aqui! 

 

Problemas na conexão ou erros no sistema e no funcionamento da plataforma são contratempos comuns para a área de tecnologia da informação. Para lidar com esses transtornos, profissionais da área podem aplicar o  troubleshooting. 

Traduzido como “solução de problemas”, o conceito está relacionado a um conjunto de práticas que possui o objetivo de corrigir possíveis falhas na rede.  Essa ação é uma ferramenta que ajuda o profissional de TI a lidar com as ocorrências.

Dessa forma,  o troubleshooting envolve a resolução de ocorrências que afetam a infraestrutura de computadores e sistemas. O termo também está relacionado a problemas em produtos e serviços da rede. 

Como funciona o Troubleshooting?

Como já mencionamos, o conceito está relacionado a um conjunto de práticas que buscam solucionar falhas ou bugs. Seu objetivo é encontrar a raiz de uma problema. Dessa forma, o troubleshooting é como um esquema de ações responsável por orientar o TI.

Ele é como uma bússola que aponta para falhas e ajuda o profissional a corrigir o erro e retomar o funcionamento. Quando há uma falha na rede de conexão do escritório, por exemplo, esse recurso é usado para encontrar o que está atrapalhando esse processo.

A partir do diagnóstico, o profissional determina as ações para retomar o funcionamento. Entretanto, nem sempre esse processo é tão simples quanto parece. A resolução de falhas envolve, em primeiro lugar, o problema, o diagnóstico e, por último, o reparo. 

Otimização de tempo 

O problema é primeiro passo para a solução. A partir dele o profissional consegue mensurar o tempo que irá demorar para resolvê-lo. Além disso, nesse momento o profissional leva em consideração os custos das operações para o negócio.

Após encontrar o problema, o TI irá desenvolver o diagnóstico, fase que analisa o que está atrapalhando o funcionamento. Em seguida, é o momento de solucionar o erro com ações que condiz com a falha que foi encontrada. 

Para reduzir esse processo, empresas têm investido no Application Performance Management. Também conhecida APM, a ferramenta atua no monitoramento de aplicações, o que ajuda, por exemplo, a identificar os problemas de uma rede. 

Dessa forma, a APM reduz o tempo do troubleshooting, além de torná-lo mais eficaz. Isso porque os consultores de TI serão responsáveis por pensar em formas de resolver o problema e restaurar o sistema. 

Resolução de problemas: o que atrasa e agiliza

No processo de identificar e solucionar um problema, alguns dados e informações são capazes de otimizar ou até mesmo atrasar. Para agilizar esse processo, alguns pontos do sistema precisam ser examinados. 

Durante a análise de códigos, logs e silos, por exemplo, é fundamental ter uma equipe voltada para resolução ágil de falhas e bugs. Uma estratégia de análise para diminuir o tempo gasto na análise do erro é o log, um tipo de arquivo que registra tudo o que acontece no software.

Nele, você encontra informações de operações do sistema, como também dados de bugs que aconteceram nesse processo. Nesse momento, a APM é uma ferramenta que ajudará a compilar dados importantes do log. 

Além do log, outro agente que aparece na solução de problemas são os silos, responsável por armazenar dados de uma determinada área. Ou seja, os silos separam as informações por áreas como o setor administrativo e o financeiro. 

Além disso, os silos não possuem interconexões entre si, o que torna necessário analisar cada um para encontrar a causa do problema. Por conta dessa característica, os silos são agentes que tornam o processo de troubleshooting mais demorado.

Com essa publicação, você conheceu algumas informações básicas relacionadas ao processo de resolução de erros e bugs no sistema. Para tornar esse processo ainda mais rápido, é importante ter uma equipe qualificada para o trabalho. 

A 4Infra atua na área de consultoria de TI com suporte remoto e presencial. Conheça nossas soluções e entre em contato aqui.

Todos os dias surgem novidades no setor de tecnologia. Seja avanços no campo da comunicação ou tendências do mercado, estar atualizado no que faz sentido para seu negócio é desafiador. Em razão disso, as empresas tem adotado a consultoria de TI. 

Compreender quais tendências tecnológicas fazem sentido para seu negócio é um processo que demanda tempo de estudo e reflexão. E se, ao mesmo tempo, é preciso lidar com problemas internos no setor, essa combinação não gera bons resultados. 

Devido ao grande número de demandas, as chances de sobrecarga da área interna de TI são grandes. Nesse momento, a consultoria em uma empresa especializada na área de tecnologia pode gerar bons resultados. 

Com serviços que envolvem aspectos de inovação até a segurança, a consultoria de TI é também uma forma de observar gargalos na empresa que podem ser melhorados. Dessa forma, é possível ter avanços em diversos aspectos.

Para quem ainda está na dúvida se a consultoria é necessária nesse momento da empresa, apresentamos quatro momentos em que a consultoria traz bons resultados para a empresa. 

Processos desatualizados e tarefas que não geram resultados

Toda a empresa possui uma rotina de demandas que são desenvolvidas ao longo do mês. Esses processos vão desde o atendimento ao cliente até a manutenção de equipamentos e do sistema. 

Quando essa rotina não é analisada de forma crítica com certa periodicidade, sua empresa pode ficar para trás. Tarefas pouco estratégicas acabam demandando muito tempo e atividades importantes são deixadas de lado. 

Nesse cenário, a consultoria de TI ajuda a revisitar o que é desenvolvido no dia a dia da empresa. Com um olhar externo de um especialista, será possível identificar atividades que não fazem sentido ou mesmo atualizá-las com o que há de mais recente no mercado. 

Dessa forma, atividades que são manuais podem ser feitas de forma automatizada, o que melhora a produtividade dos colaboradores. Em vez de registrar manualmente os pagamentos do setor financeiro, por exemplo, a empresa usa ferramentas digitais para facilitar o trabalho. 

Comunicação desalinhada 

Para quem acredita que a consultoria só trará bons resultados na área de TI, saiba que a análise pode impactar positivamente outros setores. Um especialista em tecnologia poderá auxiliar, por exemplo, o time de vendas ou de atendimento ao cliente. 

Soluções como implementação de chatbots ou estratégias da área de marketing digital, por exemplo, poderão ser apresentadas pelos profissionais de TI. Nesse sentido, será avaliado o que está gerando ruídos na comunicação ou o que demanda muito tempo. 

A comunicação a partir de bots, por exemplo, é capaz de ajudar em processos que envolvem o serviço de suporte. Também com a consultoria, seu negócio poderá adotar o “customer success”, traduzido como o “sucesso do cliente”. 

Essa metodologia de trabalho repensa a relação com o cliente. Em vez de ter o foco apenas em vendas, o negócio passa a atuar com o objetivo de trazer soluções que resolvam os problemas do cliente. 

Quando é necessário repensar os custos

Se em um primeiro momento a consultoria pode parecer mais um gasto para a empresa, saiba que esse trabalho irá ajudar na redução de custos. Com as inúmeras ferramentas disponíveis hoje no mercado, a consultoria irá dicar o que é necessário

Isso porque, a partir do trabalho de análise dos profissionais, serão apontados gastos desnecessários e os investimentos  pouco efetivos no setor. Dessa forma, a empresa irá gastar com o que é realmente necessário para o bom funcionamento. 

Além disso, o consultor terá um papel importante ao observar o contexto atual do negócio. Assim, o profissional compreenderá os recursos disponíveis na empresa e o que pode ser feito a partir dessa realidade. 

Falhas na segurança

Em um mundo onde muitas empresas estão no meio digital, é importante se prevenir de ciberataques e invasões. Hoje, criminosos têm usado técnicas cada vez mais sofisticadas. 

Para se prevenir dessa ação, o serviço de consultoria será capaz de detectar pontos mais vulneráveis. A partir disso, poderá ser desenvolvidas ações que vão desde a instalação de antivírus até outras soluções de proteção de dados da empresa.

Vale destacar que, em relação a segurança, é importante que sua empresa saiba fazer a gestão correta de dados dos consumidores. 

É importante que as empresas estejam atentas às regras da Lei Geral de Proteção de Dados. Saiba mais sobre a lei nessa outra publicação do blog. 

Se no momento você acredita que sua empresa precisa de uma consultoria especializada, entre em contato com 4Infra. Nossa equipe de especialistas saberá ajudar seu negócio, entre em contato!

 

Diariamente, milhares de dados pessoais circulam pela web. Para regulamentar esse acesso, foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados. A partir dessa legislação, diversos setores precisam se adequar, como a área de Tecnologia da Informação. 

Por ser uma lei que impacta as organizações como um todo, as ações devem acontecer de maneira multidisciplinar. Na publicação, apresentamos os impactos da lei para as organizações e pontos de atenção para os setores de tecnologia. 

Afinal, o que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

Também conhecida pela abreviação LGPD, a lei foi sancionada no Brasil em 2018. A partir de setembro de 2020, ela entrou em vigor com prazo de 18 meses para as organizações se adaptarem. 

Com isso, as empresas que não se adaptarem a partir do dia primeiro de Agosto, podem sofre com a aplicação de sanções. Antes de apresentar quais penalidades estão previstas pela lei, é importante compreender seu objetivo. 

A General Data Protection Regulation (GDPR) é uma das principais influências para criação da  Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil. A GDPR é a legislação que regulamenta os países europeus no que diz respeito à privacidade de dados. 

A lei brasileira tem como objetivo proteger os direitos à privacidade e liberdade dos cidadãos. Para isso, a LGPD irá modificar as operações e funcionamento das organizações no que diz respeito aos dados pessoais. 

Dessa forma, as organizações precisam estabelecer regras para o armazenamento, coleta, tratamento e compartilhamento de dados pessoais. Essas regras também tange a proteção de dados. 

Por que é importante entender a LGPD?

Conhecer a nova lei é uma medida de prevenção para o seu negócio não sofrer sanções. As penalidades previstas da Lei Geral de Proteção de Dados vão desde advertência até multas que podem chegar até 2% do faturamento no ano anterior. 

Por isso, é extremamente importante que a empresa, como um todo, pense em estratégias de proteção e coleta de dados de pessoas físicas. Na lei, a definição de dados pessoais diz respeito às informações identificáveis de alguém, como nome completo e o RG. 

Além dos dados pessoais, a lei também estabelece questões ligadas ao tratamento de dados. A Lei Geral de Proteção de Dados, considera como tratamento a classificação, utilização, processamento, coleta e até a eliminação das informações. 

Como a lei toca diversos setores de uma organização, é importante que, de forma geral, a empresa avalie como as informações pessoais são geridas. Esclarecer em que processos os dados são usados e como são protegidos, por exemplo, são questões importantes para analisar. 

Depois de entender a importância da lei e seus objetivos, um segundo passo é compreender quais adequações devem ser adotadas pelos setores. Áreas como a tecnologia da informação precisam estabelecer estratégias e maneiras de trabalhar sem violar a lei. 

Os cuidados do setor de TI com a Lei Geral de Proteção de Dados

Assim como outros setores, é importante que a área de TI da empresa esteja preparada para lidar com as regras da Lei Geral de Proteção de Dados. Empresas que atuam com grande volume de dados, por exemplo, terão que analisar a segurança dessas informações, de maneira que evite o vazamento. 

Além da segurança, outro impacto importante para a área diz respeito a pensar estratégias de adequação à lei. O setor terá que observar possíveis problemas nos processos, estabelecer ações de prevenção, além de acompanhar a eficiência do que foi adotado. 

Ou seja, a área terá que acompanhar desde a entrada de dados sensíveis, como as informações de funcionários, clientes, empresas parceiras, até a sua saída. Para facilitar esse trabalho, apresentamos duas dicas que irão ajudar o TI da adequação. 

1. Tenha regras de privacidade e faça o mapeamento de processo

Para estabelecer a privacidade dos dados, é importante ter um setor encarregado para cuidar dessas informações. 

A área de TI se torna um grande aliado ao estabelecer como informações sensíveis serão capturadas e se há consentimento dos indivíduos que as fornecem. A partir dessas ações, é possível adotar processos de segurança padrão para lidar com os dados sensíveis.  

Além de estabelecer regras e etapas para os processos, outra ação importante é analisar os caminhos que dados pessoais percorrem na empresa. Dessa forma, é possível traçar um levantamento dos pontos de alerta e atenção.

2. Armazenamento confiável e transparência

No que diz respeito ao armazenamento, é importante que a equipe de TI observe como as informações são guardadas e projete quais são os possíveis contratempos que pode acontecer nesse processo. A identificação de possíveis acidentes que afetam a privacidade do usuário é uma forma de traçar estratégias para evitá-los.

Uma possibilidade que pode ajudar no armazenamento é ter opções de backups que sejam ágeis e confiáveis. Também é importante que esse processo seja centralizado, de forma que facilite o monitoramento. 

Em relação a transparência, ponto-chave da LGPD, é importante que a organização estabeleça uma captura de dados mais transparente. Para isso, é importante lidar com o canal de forma única.  Nesse momento, o TI terá o desafio de apresentar para a empresa onde há contato com os dados, desde a coleta até o processamento de informações.

Outra questão sensível em relação a transparência é a autonomia do público. É importante que os titulares, donos dos dados sensíveis, possam estabelecer se querem ou não, que as informações sejam mantidos pela empresa. 

A partir desses cuidados, é possível estabelecer acesso mais responsável dentro da Lei Geral de Proteção de Dados. Saiba mais sobre a lei e como sua empresa pode se adequar às novas regras na 4Infra, fale com nossa equipe!

 

Todos os dias sofremos com o risco de que aconteçam imprevistos e erros. Falhas de software, ataques cibernéticos são contratempos, ligados a causas naturais, como também são provocados pela ação humana. Para administrá-los é fundamental o plano de recuperação de desastres. 

Indispensável para área de TI, o plano de recuperação de desastres é uma ferramenta importante para lidar com os problemas que acontecem na vida cotidiana de uma empresa. 

Acidente como a queda de energia ou erro de colaboradores, por exemplo, afetam o funcionamento da empresa, além de gerar perdas na produtividade. Observando esses cenários hipotéticos, é desenvolvido o plano de recuperação de desastres. 

Com origem ligada ao termo inglês Disaster Recovery Plan, também conhecido pela sigla DRP, o plano ajuda a empresa a lidar com acidentes diários de forma mais eficiente. O plano de recuperação de desastres tem o objetivo de minimizar impactos de um erro ou falha. 

Dessa forma, o plano propõe soluções que irão recuperar informações abaladas por um acidente  ou até mesmo propondo pausas para retomar as atividades. Com o DRP, a empresa consegue funcionar, mesmo quando há algum erro ou acidente, até voltar a normalidade. 

A partir do plano de recuperação de desastres, que apresentará um planejamento de ações, o negócio sofre menos impactos com as interferências que surgirem.

Como desenvolver um bom plano de recuperação de desastres em 3 passos

Roubos de dados, desastres naturais são contratempos e desafios que a sua empresa precisa estar preparada para lidar. Para que a empresa elabore ações mais efetivas com menos impactos negativos, elaboramos três dicas valiosas para a elaboração do plano de recuperação de desastres. 

1.Identifique os riscos e os impactos para a empresa

Antes de pensar nas ações, é importante compreender quais contratempos podem acontecer ao longo de um dia de trabalho. Para isso, é importante levar em consideração as áreas da empresa. 

A partir da compreensão dos departamentos que compõem o empreendimento, é possível delimitar os riscos que podem afetar as atividades diárias. Um caminho interessante para esse primeiro passo é pensar no que é fundamental para que aquela atividade aconteça. 

Um bom exemplo é imaginar situações hipotéticas e mensurar seus impactos. Se acontecer uma pane e a empresa perder dados relacionados às finanças do último ano, de que maneira isso impactará o setor financeiro? Quais práticas podem ajudar a contornar esse problema?

Além de compreender quais são os riscos, é importante avaliá-los. Dessa forma, podemos delimitar ações de recuperação que precisam ser priorizadas e o que será fundametal para o funcionamento do negócio. 

Nesse sentido, será possível definir quais ações são menos essenciais e quais causam menos danos para a empresa. Com isso, é definido o que pode ser deixado para um segundo momento.

2. Desenvolve uma política de continuidade

Sabe quando uma situação dá errado no trabalho, mas você continua cumprindo suas demandas? Isso faz parte da  política de continuidade da empresa!

O objetivo dessa ação é promover nos colaboradores da empresa o foco em permanecer cumprindo com as tarefas do dia, mesmo com contratempos. Assim, os colaboradores ficam cientes do que fazer no momento que ocorrer contratempos. 

3. Crie metas e estratégias para o plano de recuperação

Para além de pensar nas ações do plano, é importante criar metas que irão ajudar a mensurar e estimular prazos para ações. Para isso, existem dois indicadores que podem ajudar: RTO e RPO. Ambos os indicadores identificam recuperações prioritárias para a empresa e o tempo gastos pelas ações.

O Recovery Time Objective, também conhecido como RTO, ajuda a determinar o período que as ações do plano gastam até retornar às atividades normalmente. A contagem desse tempo acontece a partir da identificação do acidente. 

Em caso de desastres, o Recovery Point Objective, o RPO, observa o número de dados que são perdidos. Vale lembrar que o RPO indica um valor aceitável de perda. Outra questão importante é deixar as metas e objetivos apontados com clareza no plano. 

Após pensar nas metas e levantar quais são os riscos para cada setor e quais questões são prioritários, é possível desenvolver estratégias para o plano de recuperação. Para isso, é importante que essas ideias levem em consideração os recursos disponíveis no local.

4. Apresente o plano e sempre pense em formas de melhorá-lo!

Após desenvolver o plano de recuperação para desastres, com metas, objetivos e estratégias, é o momento de compartilhá-lo! Assim, todos os membros da empresa estarão preparados para os contratempos que podem surgir. 

Além de apresentá-lo, é importante revisar o que foi proposto e pensar no que é importante para que as ações sejam colocadas em prática. A partir disso, é possível delimitar recursos e ferramentas importantes para esse momento. 

É importante destacar que, de nada adianta desenvolver um plano que não é revisitado. Além do mais, o plano precisa ser revisado com uma certa frequência. A empresa pode passar com transformações e, essas mudanças, devem estar dentro do plano. 

Com essas dicas, será mais fácil desenvolver o plano de recuperação de desastres para sua empresa. Se nesse processo identificar as necessidades de auxílio de profissionais da área de TI, saiba que a 4Infra oferece serviços de consultoria até a terceirização do setor TI. 

Entre em contato com a nossa equipe e conheça outras soluções da área no nosso site! Fique por dentro das inovações tecnológicas no blog da 4Infra.

Provavelmente, você já viu em vídeos de tecnologia grandes salas repletas de aparelhos que são vitais para o funcionamento do sistema de uma empresa. O Centro de Processamento de Dados, também conhecido como o Data Center, é esse espaço físico usado para  hospedar conteúdos.

Usado para abrigar informações críticas das empresas, o local pode ser uma sala ou galpão. Nesse espaço são armazenados diversos equipamentos importantes, como roteadores, servidores e até mesmo dispositivos de segurança.

Qual a importância do Data Center?

Para acessar um site, por exemplo, é necessário que seu computador entre em um servidor. A partir disso, o usuário consegue acessar uma página na web. 

Nesse processo, os dados relacionados a página que você está acessando estão armazenados em um Data Center. Por isso, ele é um local importante no que diz respeito à segurança e privacidade de dados. 

O Google, por exemplo, possui uma grande estrutura voltada para o armazenamento das informações. As unidades estão espalhadas pelo continente americano, na Europa e Ásia. No site, é possível ver os bastidores que colocam o buscador no ar. 

Considerados como sistema nervoso da empresa, o espaço também é usado tanto para armazenar e gerenciar sistemas críticos. No Data Center são desenvolvidas atividades rotineiras, como o acesso a Internet até operações complexas como a checagem de dados via web.

A partir dele, os profissionais de TI têm acesso a operações vitais de um empreendimento. Por isso, o Data Center é importante para o bom funcionamento da empresa. Dessa forma, para que tudo ocorra da melhor maneira possível, é fundamental que o espaço precisa funcionar perfeitamente 24 horas por dia. 

Conheça os principais tipos de Data Center

Hoje, existem duas  categorias muito comuns: o Data Center Privado (PDC) e o Internet Data Center (IDC). No primeiro caso, o PDC é uma maneira de fazer o processamento e armazenamento de dados dentro da organização. O Data Center Privado é um espaço físico interno que também cuida das aplicações da empresa ligadas a Internet. 

Diferente do PDC, o Internet Data Center está ligado à rede mundial de computadores. Ele está relacionado a processos mais simples, como a hospedagem de sites.

O IDC pode ser operado, por exemplo, por um provedor de grandes companhias de telefonia. A principal vantagem em usá-lo é facilidade em crescer de maneira rápida, o que melhora processos de usuários e empresas. 

Se o negócio não consegue definir o tipo ideal de armazenamento, há empresas do setor de tecnologia preparadas para analisar cada caso. Nesse momento, é importante ter muito cuidado e atenção para evitar a escolha de empresas despreparadas. 

Como escolher um bom Data Center em 3 passos

Ao procurar por um Centro de Processamento de Dados para sua empresa, é fundamental que alguns pontos sejam analisados. Para te ajudar, selecionamos três características importantes que você deve observar ao contratar esse tipo de serviço. 

1. Observe a estrutura do local

A instalação física do Data Center  possui uma estrutura básica para funcionar. Por atender diversas soluções de hardware e software, o espaço precisa de um local com refrigeração e energia. Além desses componentes, o ambiente físico do Data Center precisa de uma equipe capacitada para gerir o local.

Outro ponto importante é observar os níveis de segurança. O espaço deve atender as normas básicas exigidas para evitar acidentes.  

2. Veja se o local segue padrões mundiais

Assim como empreendimentos de outros setores da economia, a área de tecnologia tem práticas e processos que seguem padrões de qualidade encontrados em todo mundo. Por isso, ao contratar um data center é importante pesquisar se o local possui certificados internacionais.

Uma das certificações importantes do setor é o O ISAE 3402. Além dela, existe o ISO 20000, ambas são normas de  garantia de gestão e qualidade de serviço. 

3. Estude a estrutura do Data Center

Como já foi explicado, o Centro de Processamento de Dados precisa funcionar todos os dias, por 24 horas. A partir dessa periodicidade de funcionamento, é possível garantir o bom funcionamento das atividades da empresa. 

Justamente por isso, é fundamental observar o nível de cobertura dos provedores de telecomunicações. A estrutura básica deve conter dois fornecedores diferentes de internet e rede. Isso porque, caso aconteça algum contratempo no funcionamento do local, o sistema irá continuar funcionando. 

Se no momento,a empresa não consegue arcar com os custos de um Data Center interno, é possível encontrar outras soluções úteis no mercado. 

A 4Infra atua na consultoria de TI e pode ajudar sua empresa com soluções inovadoras. Fale com a nossa equipe!

O Objetivo desse tutorial é ensinar uma pessoa leiga que não tem nenhum conhecimento de TI a criar um e-mail na plataforma do GMAIL.

O Primeiro passo é abrir um navegador de internet e digitar o site: www.gmail.com e logo em seguida clicar em “criar conta” conforme a imagem abaixo:

Logo em seguida escolha o uso do GMAIL, conforme a sua necessidade são três tipos: Uso Pessoal, Seu filho ou para seu negócio (paga). Veja a imagem abaixo:

Agora entra com o seu NOME, SOBRE NOME e um e-mail de preferência que irá ficar como seunome@GMAIL.com, e nesse momento você também deve escolher uma senha! É bom lembrar que essa senha tem que ser forte e não recomendo usar sequência de números, data de nascimento ou algo que lembre a sua pessoa, dessa forma você evita que hackers roubem sua senha por ataques de força bruta.

Agora uma das partes mais importantes onde você deve entrar com as informações de segurança, na imagem abaixo enumerei as questões:

 

  1. E-mail no qual você criou no passo anterior
  2. Número do seu celular onde você pode usar para recuperar uma senha caso você esqueça.
  3. Entre com um e-mail alternativo que irá lhe servir também como recuperação caso você esqueça a sua senha
  4. Entre com sua data de nascimento oficial, pois caso você precise recuperar a senha o GMAIL irá lhe perguntar.
  5. Entre com seu gênero.
  6. Agora é só clicar me concluir.

 

Após entrar com as informações acima, na próxima tela você deve aceitar os termos do GMAIL conforme a tela abaixo:

 

 

Pronto! Após todos esses passos você já terá acesso ao seu no E-mail do Gmail e irá ver uma tela como tela abaixo:

 

 

 

Se você ainda tem duvidas de como criar um e-mail para você ou sua empresa, a 4infra é uma empresa especializada em suporte técnico e atendimento corporativos, entre em contato com um de nossos analistas de suporte e solicite um orçamento!

 

 O que é DRaaS

 Para que você saiba o que é DRaaS, neste artigo falaremos dos princípios básicos desta técnica de computação, as vantagens e desvantagens do DRaaS, as soluções para pequenas emprenas e, além disso, falaremos também sobre os benefícios do DRaaS e porquê ter um na sua empresa.

 

Deste modo, podemos dizer que o Disaster Recovery, ou DRaaS, é uma solução que tem como objetivo garantir a proteção da infraestrutura de TI da empresa garantindo a continuidade do negócio após possíveis falhas. Portanto, em relação à questão de o que é DRaaS, essa técnica garante à empresa um ambiente de trabalho secundário.

 

Adicionalmente, o plano de Disaster Recovery é um documento escrito que fala sobre as políticas e os procedimentos etapa por etapa, além das responsabilidades para recuperar os sistemas de TI e backup das organizações. Neste sentido, com a aplicação de o que é DRaaS, o ambiente de TI da empresa pode operar normalmente quando algum imprevisto acontece.

 

O que é Disaster Recovery DRaaS?

 

Agora que já sabemos um pouco mais sobre DRaaS, vamos falar neste tópico sobre os princípios básicos do plano de Disaster Recovery: ele se trata de um BCP, ou Business Continuity Plan, e é caracterizado como um sub-componente deste plano de continuidade das empresas.

 

Entretanto, o que é DRaaS realmente? Uma vez desenvolvido o BCP, o Disaster Recovery deve ser testado para garantir que o time de TI possa recuperar totalmente os sistemas de TI da organização referente ao tipo de “desastre” enfrentado durante a aplicação destes procedimentos.

 

Portanto, já imaginou como é importante ter um plano DRaaS na sua empresa? Pois bem, esta técnica permite que o seu ambiente de TI opere com 100% da funcionalidade, evitando que os seus funcionários fiquem com tempo ocioso e contribuindo também para a segurança do ambiente de TI da sua empresa.

 

Agora que você já sabe o que é DRaaS e como funciona o BCP para esta técnica, visite o site da 4infra Consultoria em TI – Suporte de TI para sua empresa (https://4infra.com.br/gerenciamento-e-monitoramento-remoto/) e confira agora mesmo as nossas soluções em DRaaS e gerenciamento remoto! Contamos com uma equipe técnica especializada e que poderá bem atendê-lo.

 

Quais são as vantagens do Disaster Recovery DRaaS?

 

 Uma vez que já falamos sobre os conceitos básicos do DRaaS, vamos falar agora sobre as principais vantagens que esta técnica em TI pode oferecer hoje para as pequenas empresas: benefícios como o BCP, o preço acessível para pequenas empresas e, além disso, a segurança da qualidade do ambiente de TI são alguns exemplos (https://www.acronis.com/en-eu/articles/disaster-recovery-plan/).

 

Mas antes de falarmos sobre as vantagens do DRaaS, devemos dizer que que há diferentes tipos de Disaster Recovery Plan, a saber: Network Disaster Recovery Plan. O qual ajuda o seu time de TI responder a uma interrupção não planejada do serviço de rede durante um “desastre”. Cloud Disaster Recovery Plan. Onde todos os sistemas e dados da empresa são feitos o backup para uma nuvem pública. Data Center Disaster Recovery Plan. Este tipo de plano exige que a sua organização configure uma instalação separada que é apenas utilizada quando um “desastre” acontece. Agora vamos falar sobre as vantagens:

 

 

Portanto, estas são algumas vantagens do DRaaS que a sua empresa de TI poderá se beneficiar com as soluções da 4infra Consultoria em TI – Suporte de TI para sua empresa, onde todo o monitoramento e suporte com o DRaaS é realizado pela nossa equipe técnica especializada em TI.

 

Quais são as desvantagens do Disaster Recovery DRaaS?

Agora que já falamos sobre as vantagens do DRaaS para pequenas empresas, vamos falar neste tópico sobre algumas desvantagens desta técnica. Deste modo, um ponto interessante que podemos citar são as regras de backup que levam as organizações a adotarem o modelo errado de DRaas.

 

Portanto, como uma desvantagem do disaster recovery (DR) plan são as regras do backup 3, 2, 1 que estipula 3 regras para que o plano do BCP possa ser implementado em pequenas empresas. Entretanto, estas regras garantem total proteção dos dados em um eventual “desastre” ao sistema. Confira:

 

 

Portanto, estas exigências do disaster recovery (DR) plan obrigam a empresa a providenciar estas três regras citadas acima, o que pode ter custos adicionais no começo da implementação do DRaaS. Mas fique tranqüilo! Os benefícios que listamos no começo deste artigo certamente superam as “desvantagens” para a sua pequena empresa.

 

Quais são as soluções e benéficos do Disaster Recovery DRaaS?

 

As soluções e os benefícios do Disaster Recovery DRaaS superam as “desvantagens” citadas no tópico acima, e podem proporcionar à sua empresa uma melhor performance do sistema durante um eventual “desastre”. Além disso, o DRaaS conta com sistemas de backup que são ideais para aplicação em pequenas empresas!

 

Portanto, o cloud disaster recovery (DR) plan é uma solução de TI que tem como benefícios o Cloud-based disaster recovery: o qual é a melhor opção em custo-benefício para a sua empresa. Com esta opção, um data-center em nuvem, por exemplo, é utilizado para armazenar sistemas críticos (sejam eles físicos ou virtuais), dados e aplicações da sua empresa.

 

Deste modo, uma outra vantagem do DRaaS (https://www.acronis.com/en-eu/articles/draas/) são os benefícios das soluções da Hybrid DR Cloud. Esta solução tem como objetivo a aplicação de um método que utiliza uma nuvem pública e um data-center privado, como, por exemplo, em um meio físico ou em nuvem.

 

Adicionalmente, o cloud disaster recovery (DR) plan é implementado com esta solução híbrida, o que fornece um excelente grau de flexibilidade, mantém os custos abaixo do esperado, e se adere à qualquer tipo de necessidades regulatórias e de compliance.

 

Portanto, podemos dizer que os benefícios do DRaaS para as pequenas empresas, são listadas em cinco grandes soluções: evita quedas de energia no local; evita a falha de hardwares e redes; evita erros de software e sistemas de TI; evita falhas no data-center local (não devido a queda de energia); protege os sistemas de TI em relação aos ataques à segurança.

 

Qual a importância de ter o Disaster Recovery DRaaS para pequenas empresas?

Como dissemos, a importância de ter o DRaaS para pequenas empresas está no fato de que elas podem adquirir esta tecnologia por um preço acessível de acordo com a quantidade de funcionários. Além disso, o DRaaS garante a segurança de todo o ambiente de Ti no caso de um eventual “desastre”.

 

Deste modo, todas as funcionalidades da empresa de TI em Belo Horizonte – BH poderão ser mantidas sem que maiores prejuízos ocorram aos servidores e também aos dados armazenados em nuvem! Tudo isso, a 4infra Consultoria em TI – Suporte de TI para sua empresa poderá proporcionar para o seu negócio!

 

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