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Como escolher as licenças de software adequadas à empresa?

Como escolher as licenças de software adequadas à empresa?

Você já baixou algum software de forma ilegal no seu computador e, depois de um tempo, reparou que ele parou de funcionar direito?  

Se a sua empresa está inserida no mundo digital, essa situação já deve ter acontecido. 

Na maioria das vezes, o termo “licença de software” vira sinônimo de gasto - e isso, por si só, já assusta os empresários. Até porque as versões pirateadas exercem, na teoria, o mesmo trabalho de um programa não-licenciado, com um custo reduzido ou até mesmo inexistente. 

Mas, como nem tudo são flores, usar esse tipo de software pode gerar prejuízos para a corporação, tornando os programas licenciados, indiscutivelmente, a melhor opção.

O que é licença de software e qual é a sua importância?

A licença de software é um documento formal e, na maioria das vezes, digital, que garante acesso e execução legal de um determinado programa. Além disso, ela possibilita que o portador do programa o modifique durante o uso, para que suas funcionalidades se adequem às necessidades. 

Essa autorização é importante porque, além de disponibilizar todas essas funções, ela protege a empresa legalmente, através de mecanismos específicos para punir invasores e fraudadores das violações do termo.

Tipos de licença de software

Existem diversos tipos de licença de software atualmente que podem ser usados na sua empresa. 

As principais são: 

Licença de uso temporário

Na licença de uso temporário, o usuário ganha uma permissão com tempo limitado para o uso do software. Sua instalação é permitida em apenas um dispositivo, ou em um número pequeno - dois ou três - de computadores, assim como suas atualizações. 

Além disso, as manutenções feitas no decorrer do uso desse tipo de licença não são garantidas pelo servidor. Assim, tais custos são de responsabilidade do usuário.

Licença para aquisição perpétua

Esse tipo de licença é uma das mais tradicionais no meio digital. Quem opta por esse licenciamento recebe a garantia de uso permanente do software. 

O lado negativo desse tipo de licença é que, por ter o uso vitalício do programa, as opções de atualização e manutenção, ao decorrer do tempo de execução, são limitadas e/ou até mesmo inexistentes. 

Software Livre 

Com o licenciamento de software livre, a empresa tem total liberdade para usar o código-fonte do programa, fazer a instalação e modificação das ferramentas conforme necessidade. Porém, não é porque é uma licença livre que ela não terá custos. 

Para isso, é necessário ter uma garantia legislativa chamada copyleft. Ela possibilita que o usuário faça cópias de outros materiais existentes, mas mantém a permanência dos direitos autorais do programa original.  

Software Open Source

Com os softwares Open Source, ou programas de código aberto, a empresa não precisa se preocupar com investimentos em uma licença inicial. Isso porque a corporação fica livre dos gastos ligados ao desenvolvimento do software. 

O que pode acontecer, nesses casos, é que a empresa precise pagar por taxas na manutenção, mas somente isso.

Software gratuito ou Freeware

Como o nome já diz, os freewares são aqueles softwares que podem ser usados de forma gratuita. Geralmente, por não terem custo, são disponibilizadas para uso de apenas algumas funcionalidades.


SaaS (Software as a Service)

A licença do tipo SaaS, ou software como serviço, se assemelha muito à de uso temporário. Entretanto, o sistema do SaaS fica hospedado na nuvem e não, necessariamente, no computador da empresa. 

O custo-benefício dessa modalidade é calculado de acordo com o número de usuários autorizados a mexer no programa, bem como os recursos utilizados dentro dele.

Como implantar uma licença de software na minha empresa?

Depois de conhecer os tipos de licença de software, já é hora de escolher qual vai oferecer o melhor desempenho? De certa forma, sim. Mas, antes de bater o martelo, é importante dar atenção aos pontos que podem levá-lo à melhor escolha. 

Se reúna com os colaboradores da corporação para ter conhecimento de quais softwares estão sendo usados e qual licença melhor cabe ao perfeito funcionamento dos mesmos. Feito isso, providencie, o mais rápido possível, a legalização dos programas que já estão sendo executados de forma pirata. 

Em seguida, planeje os custos que as licenças vão gerar, levando em conta as manutenções e atualizações. Por fim, guarde de forma segura todos os documentos que garantam a legalidade do uso dos softwares. 

Seguindo esses passos, a sua empresa garante o uso dos softwares de forma segura e legal. 

Ainda não sabe qual licença de software adquirir para que seus sistemas rodem sem interrupções? Entre em contato com a nossa equipe e tire as suas dúvidas!


10 de abril de 2020

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