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Na última década, com os avanços tecnológicos, os ataques cibernéticos também aumentaram. Esse é o efeito colateral do progresso digital: a cada novo sistema de segurança validado, novas formas de explorar a vulnerabilidades de um sistema vêm à tona.

Nesse sentido, estamos acostumados a observar ataques web, formjacking, ransomware, ataques direcionados, cryptojacking e ataques por ferramentas nativas e à cadeia de fornecimento.

No ano de 2018, foram 5200 ataques IoT por mês, identificados pelo honeypot da Symantec. Tais informações vêm do relatório anual feito pela própria empresa.

Trata-se de um contexto de exploração das tecnologias para fins maliciosos que merece atenção, já que a infraestrutura para segurança de TI não vai parar de avançar tão cedo, o que pressupõe novos efeitos colaterais.

Investir na segurança dos dados, se colocando um passo a frente desses efeitos, portanto, é imprescindível.

Principais ataques cibernéticos

O relatório mais recente da Symantec, de 2019, destaca os principais ataques cibernéticos acontecidos nos últimos tempos: 

Ataques Web

Os ataques web são ações ativas ou passivas para obter dados de usuários através de páginas maliciosas. O relatório exibe um aumento de 56% do ano de 2017 para 2018.

Há proteções eficazes contra esse tipo de ataque. Contudo, ele ainda é forte e recorrente, já que muitos usuários desconhecem (ou, simplesmente, ignoram) os protocolos de segurança da informação.

Ransomware

O ransomware é conhecido como um sequestro de dados. Trata-se de um malware que, quando instalado, criptografa todo o disco, ou arquivos específicos. Para reavê-los, os criminosos pedem um pagamento em dinheiro ou bitcoins. 

O relatório da Symantec aponta para o crescimento desse tipo de ataque em 2018, tendo como alvo principal as organizações privadas. 

FormJacking

O FormJacking é um ataque em que os criminosos injetam códigos maliciosos em sites de e-commerce. O objetivo é capturar informações de cartão de crédito e, depois, vender os dados em mercados clandestinos.

O lucro desse ataque é bastante significativo e, por isso, as tentativas e incidências aumentam cada vez mais.

Ataques direcionados

Os ataques direcionados utilizam malwares para roubar informações confidenciais, tanto de empresas quanto de pessoas físicas. A modalidade voltou a ser bastante comentada depois das suposições de grupos de espionagem influenciando nas eleições dos Estados Unidos.

Cryptojacking

O cryptojacking é feito através de páginas da web que estejam previamente comprometidas em seus sistemas de segurança. Trata-se da utilização do dispositivo do usuário sem seu consentimento para a mineração de criptomoedas.

O relatório da Symantec exibiu um crescimento de quatro vezes quando comparou os anos de 2017 e 2018. Contudo, ao longo do tempo, os valores das criptomoedas caíram e, por causa disso, os ataques também.

Mesmo assim, são ataques que tendem a continuar, principalmente pela facilidade de sua execução.

Ataques por ferramentas nativas e à cadeia de fornecimento

Os ataques por ferramentas nativas utilizam programas comuns para disseminar malwares que, por sua vez, serão usados como ponte de acesso ou exploração lateral e se propagarão por compartilhamentos de rede.

O ataque à cadeia de fornecimento, por sua vez, utiliza, geralmente, o phishing. Ele explora serviços e softwares de terceiros para, por fim, danificar o alvo.

 

O TI corporativo precisa adequar seus sistemas de segurança no intuito de diminuir as próprias vulnerabilidades e garantir a integridade da rede e dos dados.

Está procurando soluções de proteção e segurança? Conte com a 4Infra! Para falar com especialistas em TI, basta entrar em contato para agendar a consultoria e conhecer nossos serviços.

A publicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em 15 de agosto de 2018, é um importante marco para o mercado brasileiro no tratamento de dados pessoais. Essa resolução faz parte de um movimento mundial de preocupação em relação ao tema e joga luz sobre o papel que o Estado deve desempenhar na gestão de dados pessoais. 

Muito da nova lei é inspirado na General Data Protection Regulation (GDPR), da União Europeia, que entrou em vigência em maio de 2018. O documento tem, como principal foco, criar regras de tratamento de dados buscando empoderar o usuário com o controle sobre suas informações. 

Dessa forma, há um esforço grande na proposta de liberar o usuário a controlar, retificar e excluir seus dados das inúmeras plataformas em que estão - ou são - inseridos.

Em outras palavras, a Lei de Proteção de Dados estabelece os princípios, direitos e deveres que devem ser observados, daqui para frente, no tratamento de dados pessoais.

Vale lembrar que a LGPD se aplica a qualquer operação de tratamento de dados pessoais, seja por pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, independentemente do meio, país de sua sede ou país onde estejam localizados os dados, desde que: 

  1. a operação de tratamento seja realizada no Brasil; 
  2. a operação de tratamento tenha como objetivo a oferta ou fornecimento de bens, serviços ou tratamento de dados de pessoas físicas localizadas no Brasil;
  3. os dados pessoais tenham sido coletados no Brasil.

Podem ser considerados dados pessoais, nos termos do §2º do Art. 12 da LGPD, os utilizados para formação do perfil comportamental de determinada pessoa natural, se identificada - como, por exemplo, o cruzamento de bases anonimizadas que levam à identificação do indivíduo. 

A LGPD também dá tutela diferenciada e limita as hipóteses de tratamento de dados pessoais sensíveis (Artigo 11) e de crianças e adolescentes (Artigo 14). 

É preciso atentar-se para as exceções da nova lei, que não abrange o tratamento de dados nos seguintes contextos: 

i. por pessoa física, com fins particulares, não econômicos (exemplo: agenda pessoal de contatos ou lista de convidados de uma festa particular); 

ii. para fins exclusivamente jornalísticos, artísticos e acadêmicos; 

iii. para fins exclusivos de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado e atividades de repressão de infrações penais;

iv. dados provenientes de fora do Brasil e que não sejam objeto de tratamento por agentes de tratamento brasileiros.

Com essas regras e exceções, a LGPD entra em vigor em agosto de 2020.

Como funciona a LGPD

A Lei de Proteção de Dados Pessoais, também conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tem como principal objetivo garantir ao usuário privacidade e controle sobre seus dados. Assim, é possível - ou desejável - evitar o uso mal intencionado por terceiros. 

Outro objetivo da LGPD é esclarecer os contextos nos quais as empresas podem armazenar, transferir e processar essas informações.

Já aplicada em países da Europa, a LGPD chega ao Brasil com novas determinações para que as organizações não se vejam compartilhando informações sigilosas de seus clientes. No continente europeu, todas as corporações que armazenam dados dos cidadãos do território europeu devem, obrigatoriamente, obedecer à norma. 

Além disso, à medida em que as empresas vão aderindo à lei, acabam, de forma indireta, exigindo que outras organizações façam o mesmo. Afinal, as companhias que não se colocam a favor da lei podem ser consideradas contrárias à idoneidade de dados sigilosos - um título que, na era da informação, nenhuma empresa quer.

Assim, governos europeus esperam que alguns conflitos de consumo sejam evitados. Por aqui, no Brasil, a lei também se estende de forma extraterritorial e visa garantir que cada cidadão tenha total controle sobre seus dados.

Como empresas de TI devem se preparar para esse cenário

A Lei Geral de Proteção de Dados causa impacto nas empresas, principalmente nas que lidam com os dados de clientes, pois certifica que haja a reorganização para realizar a proteção dos dados. Portanto, é necessário estabelecer novas políticas de trabalho a fim de atestar a segurança das informações.

A privacidade e satisfação dos clientes é o foco dessa medida. Através do acompanhamento e reeducação dos processos, as empresas vão conseguir cumprir o que foi estabelecido sem problemas. E, como a finalidade da lei é ampla, as atividades que envolvam dados devem ser regulamentadas e obedecer às normas. 

Além disso, qualquer empresa que faça negócios com uma empresa do Brasil deve se adequar ao padrão da LGDP para adquirir informações, mesmo que a sede não esteja aqui no país. Isso obriga as corporações internacionais a aplicar as mesmas regras de sigilo de dados das empresas nacionais.

A norma prevê penalidades para as instituições desrespeitosas. Em cada caso há uma multa, dependendo do incidente em questão. A penalização pode ocorrer em forma de advertência simples ou em valor financeiro. Dependendo do cenário do desastre, as multas podem atingir 50 milhões de reais. 

Os órgãos responsáveis por monitorar as empresas podem, também, solicitar a interrupção das atividades que façam uso dos dados pessoais. Como consequência, a instituição seria prejudicada em sua produção e geração de receita. Em casos de exposição, uma notificação com detalhes sobre as informações envolvidas deve ser enviada ao órgão. 

A boa notícia? Há tempo suficiente para se adequar às mudanças.

Adaptar-se à LGPD é prioridade

A lei prescreve o ponto do “privacy by design” (privacidade por padrão), isto é, a privacidade deve ser prioridade em todas as etapas de um sistema ou produto de uma empresa.

O usuário deve ter a liberdade de controlar como seus dados serão utilizados, independentemente da fase de seu relacionamento com as empresas. Além disso, as etapas devem estar bem definidas na base estrutural de qualquer operação. Com isso, é indispensável às organizações ter conhecimento de quais são as informações coletadas e controlar o chamado "ciclo de vida" de cada uma delas.

A LGPD também prevê a fundação de um comitê especializado em segurança empresarial que deve contar com a presença de um profissional capacitado em TI. Seu objetivo é auxiliar a empresa na adoção de políticas de proteção e privacidade.

O diretor de proteção de dados deve ter conhecimento jurídico e dominar a área de segurança da informação. Suas habilidades devem ajudar na liderança da organização da empresa, já que ele tem total responsabilidade no tratamento das informações e dados.

Para completar, é fundamental que as corporações criem esse cargo no ambiente empresarial, visto que ele ajuda na adaptação da nova lei. E, como é sabido, "desconhecer a existência de uma lei ou norma" não é um argumento válido para justificar eventuais recorrências. Ter alguém de TI preparado para as adaptações pode diminuir o número de erros. Além disso, essa pessoa, ou empresa terceirizada, pode fazer a fiscalização interna, garantindo a transparência e os cuidados necessários com todos os dados.

Ainda não sabe como se adaptar às novidades da LGPD? Sem desespero: a 4Infra é a empresa ideal para te ajudar a adaptar seus termos de adesão e outras necessidades da nova lei. 

Temos uma equipe especializada pronta para te atender. Entre em contato conosco e venha padronizar e otimizar seus ativos de TI, proteger seus dados e se adequar a LGPD. 

Nos últimos tempos, a consciência sobre a importância da infraestrutura em TI vem crescendo significativamente. Afinal, a tecnologia da informação fornece segurança e potência para atender a todos os sistemas e setores de uma organização. Assim, a corporação deve projetar e administrar sua TI com cuidado, para que todas as funções sejam realizadas de forma efetiva.

Os gestores que, ao invés de montar uma estrutura completa, contratam uma consultoria qualificada em TI, obtêm diversos benefícios. Dentre eles, podemos citar o aumento na produtividade, assertividade nas decisões da corporação, melhoria na qualidade dos produtos e serviços e, por último, mas não menos importante, redução dos custos.

O que uma infraestrutura de TI precisa ter

Os componentes da plataforma são divididos em algumas categorias responsáveis por providenciar a base do sistema. O profissional de TI necessita de serviços que gerenciam dados, desenvolvimento de sistemas e métodos de segurança.

Dentre os elementos necessários para uma infraestrutura de TI, podemos citar:

Hardware: o hardware é todo o equipamento que tem a tecnologia necessária para realizar o processamento e armazenamento de dados. 

Softwares: podem ser divididos em softwares de sistema e aplicativos. Os de sistema fazem a administração dos recursos e das atividades do equipamento. Já os de aplicativos fazem a direção para uma atividade solicitada pelo usuário.

Rede: a rede realiza a conexão de dados entre funcionários e clientes e utiliza a tecnologia para fazer operações internas, como operar sites. 

Além desses elementos, a empresa necessita de análises especializadas para que as necessidades e tecnologias de cada área sejam definidas dentro de uma estrutura de TI. Em seguida, é preciso escolher os fornecedores que ofereçam as soluções e o suporte corretos para o cliente.

Também é preciso entender a necessidade de manutenções e renovações do sistema, sempre buscando uma performance eficiente. Afinal, a infraestrutura de Tecnologia da Informação carece de um alinhamento entre os agentes internos e externos. 

Com isso, os processos são otimizados de forma contínua - e a organização alcança os objetivos pretendidos, crescendo de forma saudável em um mercado cada vez mais competitivo.

Infra de TI é gasto ou investimento? 

Uma infraestrutura de TI é sempre um investimento para a empresa. E uma condição ainda mais vantajosa para o negócio é contratar uma infraestrutura pronta e terceirizada. Essa solução permite uma boa base de desenvolvimento para a tecnologia da informação sem que seja necessário investir em hardware e software para isso.

Essa é, inclusive, uma alternativa excelente para pequenas e médias empresas. Geralmente, os salários de técnicos experientes são altos demais para o orçamento enxuto dos negócios. Assim, a terceirização se mostra como a possibilidade de ter uma equipe especialista sem precisar pagar, a ela, todos os encargos trabalhistas.

Olhar para esse setor com cuidado é muito importante - e isso pode ser visto em números. As empresas que mais investem em TI aumentam a sua cota no mercado e reduzem os custos. Além disso, os resultados financeiros aumentam positivamente e há a garantia de competitividade no mercado. 

A 4infra oferece diversos serviços de TI para sua empresa, tais como: 

Nosso sistema também oferece assistência e prevenção de riscos, além de gerenciar ambientes empresariais de forma prática e eficiente.

Quer investir no futuro da sua organização? Entre em contato com a 4INFRA e saiba mais sobre a terceirização da infraestrutura de TI. 

Ter um programa de antivírus é essencial para proteger seus dispositivos de vírus, malwares e arquivos maliciosos. Esse programa faz uma varredura completa na máquina, detectando e removendo os itens que podem ser prejudiciais ao seu bom funcionamento. Em meio a tantas opções, para escolher antivírus, atente-se à licença de uso e ao número de equipamentos em que o programa pode ser instalado.

Geralmente, o melhor antivírus é aquele que oferece proteção eficiente - e preventiva - para as máquinas. Contudo, vale ressaltar que citar marcas não é relevante, já que existem dezenas de antivírus que podem ser ideais em cada caso.

Por isso, para se decidir sobre o programa que mais atende às suas necessidades de proteção de dados, faça a leitura de todas as informações disponíveis de cada marca e atente-se às críticas dos usuários sobre elas. Além disso, procure saber sobre o desempenho do antivírus, para evitar que os dispositivos fiquem sobrecarregados, e se o software é fácil de ser interpretado, configurado e se disponibiliza treinamento para seu time de TI.

O que os especialistas dizem sobre antivírus

Sites como AV-ComparativesAV-TestDennis Technologies Lab e ICSA Labs, por exemplo, produzem relatórios que analisam de forma geral e detalhada diversos antivírus. Além disso, disponibilizam informações e novidades sobre os vírus existentes e sobre a capacidade dos programas.

Portanto, ficar de olho no que essas empresas têm a dizer sobre as marcas que você pleiteia é uma forma excelente de conhecer melhor todas as suas opções.

Vale lembrar que escolher antivírus não pode ser uma decisão baseada no "mais barato": o programa deve estar de acordo com suas necessidades e atender ao objetivo desejado. Em alguns casos, o uso de um programa gratuito pode não ser tão eficaz, visto que a versão paga pode oferecer alguns bônus e funcionar de forma completa.

A escolha também deve levar em consideração do uso dos dispositivos, em caso de uso doméstico ou empresarial. Os computadores corporativos merecem uma atenção redobrada, pois, no geral, têm dados sigilosos, estratégicos e indispensáveis ao crescimento da organização. 

Além disso, a versão paga disponibiliza a proteção em outros dispositivos, podendo ser instalado em outros computadores e em celulares ou tablets.

As principais funções do antivírus são: analisar, verificar, remover e reparar todos os danos causados pelos vírus em seu equipamento. Dito isso, existem alguns critérios que devem ser levados em consideração antes da decisão final: 

Tempo de licença

Cada programa possui uma especificação em relação ao tempo de assinatura, que pode variar entre meses ou anos. Quando a compra é efetuada, o usuário recebe uma chave de acesso que é responsável pela duração da licença de uso.

Versão

As marcas geralmente lançam diferentes versões do mesmo programa ao longo do tempo. Mesmo que, ao instalar, a versão seja do ano anterior, o programa ainda terá as mesmas vantagens e funções.

Quantidade de dispositivos

Alguns antivírus podem ser instalados em outros aparelhos a partir de uma única licença. A regra se aplica a até mesmo a celulares e tablets.

Benefícios extras

Alguns programas podem oferecer vantagens ao comprador. Suporte técnico, firewalls específicos e customização das configurações são alguns exemplos de serviços que os desenvolvedores podem apresentar.

Preço

O preço de um antivírus é, geralmente, um dos principais critérios de compra. Contudo, aquela velha máxima do "barato que sai caro" também se aplica aqui.

O comprador deve levar em consideração a sofisticação, usabilidade, duração e disponibilidade do antivírus. E, no final das contas, decidir se o preço compensa ou não.


Ainda tem dificuldade em escolher antivírus? Conte com os especialistas da 4Infra para essa tarefa! Atuamos em parceria com os principais antivírus do mercado e priorizamos a solução de melhor custo-benefício para você ou sua empresa. Para saber mais, entre em contato com a nossa equipe.

Graças ao constante avanço tecnológico, principalmente no setor de gerenciamento de informações, as empresas que querem se destacar precisam passar por adaptações. Inúmeras soluções e possibilidades em TI podem contribuir para a gestão de negócios, a partir de estratégias cada vez mais assertivas.

Profissionais de TI trabalham para organizar, direta ou indiretamente, todas as atividades da empresa, através de softwares, desenvolvimento de soluções otimizadas, monitoramento de recursos e distribuição de inteligência computacional. Como resultado desse esforço está a busca por novos modelos de eficiência e o alcance do potencial pretendido pela organização. 

Por isso, em 2020, é essencial priorizar - ainda mais - o setor de TI da sua organização.

E, se você ainda não fez sua lista de resoluções para o novo ano, temos algumas sugestões que podem te ajudar.

1 - Invista em backup

Esta dica é óbvia, mas necessária! Acredite: tem bastante gente no mercado que ainda não se deu conta da importância de investir em um backup de qualidade. 

O backup é uma medida primordial de segurança e deve ser adotado por qualquer tipo de empresa, independentemente do porte. 

Fazer backup recorrentemente impede que você perca todos os seus dados e acessos, caso um usuário indesejado invada sua rede, o hardware apresente problemas ou algum desastre natural incapacite a máquina. Com o backup em dia, mesmo que ocorra uma queda de energia ou sua rede seja invadida, seus dados continuam seguros e disponíveis.

2 - Ter uma política de segurança interna

Caso sua empresa não possua uma política de segurança da informação, essa é sua resolução prioritária para o próximo ano. A política de segurança da informação serve como um manual de boas práticas para os funcionários. 

As diretrizes definidas pela empresa podem ser distribuídas em formato de cartilha impressa, acompanhada de uma pequena orientação de uso, e também no formato digital. A cartilha deve conter regras e normas de boas práticas durante o uso dos equipamentos durante o horário de trabalho e, também dos dados da empresa - que, em alguns casos, devem ser apontados como sigilosos.

Se a empresa em questão exigir proteção de informações sigilosas, recomendamos que seja criado um documento formal para que os colaboradores possam ler e assinar.

3 - E-mail, spam e conteúdos desconhecidos

Acredite, o e-mail ainda é um dos meios mais utilizados pelos hackers na propagação de vírus. Essa é uma das principais causas de computadores empresariais infectados, o que nos leva a outra dica importante: invista em um antivírus eficiente e o mantenha atualizado.

Nem todo conteúdo de spam é lixo eletrônico. Fique atento a links suspeitos, pop-ups de enquetes e prêmios em sites, além de mensagens de conteúdo duvidoso entregue por remetentes desconhecidos no seu e-mail. 

4 - Senhas de acesso

As senhas garantem que apenas a pessoa autorizada vai ter acesso a determinadas informações.

Para garantir a autenticidade e segurança de suas senhas de acesso, evite dar permissão para que os dispositivos gravem as senhas de acesso nele utilizadas. É importante incluir na política de segurança da informação a criação de senhas de acesso fortes. 

5 - Softwares de segurança

Nós já citamos, em outro texto do blog da 4Infra, a importância do antivírus. Mas você vai precisar, também, de softwares que mantenham todos os seus dados e recursos protegidos em servidores, computadores e todos os dispositivos que possam se conectar a sua rede. 

6 - Atualização de sistemas

Além de possuir sistemas e softwares que garantam a segurança da informação, é preciso mantê-los atualizados. Sistemas operacionais, softwares, extensões e outros recursos precisam ser atualizados sempre, de preferência de forma automática.

7- Destrua informações inseguras

Se você coleta dados de terceiros, tais como cartões de créditos, documentos pessoais, informações confidenciais, mas não pode garantir a segurança desses dados, não os armazene!

A destruição das informações inseguras permite maior controle sobre as transações e os dados dos clientes.  

8- Internet Banking

Ao acessar o site do seu banco, antes de inserir os dados da conta, confira se está em ambiente seguro. É só olhar no navegador: o site deve começar com https e um ícone de cadeado aparecerá ao lado do endereço eletrônico.

9 - Cuidado com o Bluetooth

Sempre que parar de utilizar acessórios via Bluetooth, certifique-se de que a função está desativada. Os hackers podem se conectar ao seu dispositivo e roubar seus dados através dessa rede. Outra opção é manter o Bluetooth não-detectável ou desativar sua visibilidade pública.

10 - Contrate uma consultoria de TI

Essa resolução é essencial para que todas as anteriores se concretizem. 

Sente que seu TI está defasado? Acredita que não possui os recursos necessário para garantir a segurança das suas informações? A 4Infra tem a solução! Trabalhamos com consultoria especializada e suporte para sua empresa em todas as demandas de tecnologia da informação.


Quer saber mais? Fale conosco!

O ransomware é um malware que impede que os usuários acessem os arquivos pessoais e o sistema central de um computador. Na maioria dos casos, quando o ransomware ocorre, é exigido um pagamento de resgate para a recuperação do acesso. 

O ransomware apresentou suas primeiras variantes no final da década de 1980, quando o pagamento pelo "sequestro de dados" era enviado por meio do correio tradicional. Atualmente, o resgate (ransom) é feito através de cartão de crédito ou criptomoeda.

Um dos métodos mais comuns de infecção em computadores é por meio de spam malicioso - que, por sua vez, geralmente aparece como um e-mail não solicitado, de conteúdo duvidoso, com o intuito de entregar o malware. Dentro do e-mail, encontram-se PDFs, documentos do Word ou links que contém armadilhas.

Mas, para diminuir sua preocupação, a boa notícia é que existem métodos para conseguir remover o código de ransomware, de forma eficiente, do seu dispositivo.

Tipos de ransomware

Existem três tipos principais de ransomware, que variam em níveis de severidade. 

São eles:

Scareware

O Scareware inclui trapaças em softwares de segurança e um suporte técnico fraudulento. A mensagem pode ser recebida via pop-up, onde existirá uma afirmação dizendo que o malware foi descoberto e que um pagamento é necessário. 

Se o usuário não fizer nada, é provável que continue recebendo pop-ups. Porém, seus arquivos estarão seguros. 

Bloqueadores de tela

Quando o ransomware de bloqueio de tela invade seu computador, o acesso ao computador está impedido. É provável que, ao iniciar o equipamento, uma janela apareça com o selo do Departamento de Justiça Americano, ou do FBI, com uma mensagem afirmando que foi detectada atividade ilegal e que o usuário deve pagar uma multa.

Contudo, vale lembrar que o FBI não impede o acesso ao computador ou pede qualquer pagamento devido às supostas atividades ilegais. Em casos de suspeita de crimes cibernéticos, a agência de inteligência e segurança do país em que os crimes são cometidos utilizam meios apropriados, e dentro da legalidade, para combatê-los.

Ransomware de criptografia

No caso do ransomware de criptografia, os arquivos são invadidos e criptografados. Um pagamento é exigido para que os dados sejam devolvidos. 

Esse tipo de ransomware é um dos mais perigosos, já que os criminosos tomam posse dos arquivos de forma que nenhum software ou sistema possa reparar o prejuízo.

Como remover ransomware

Se o malware for um scareware, é suficiente apenas entrar no Modo de Segurança do sistema operacional da máquina e rodar um antivírus. Contudo, caso o vírus impeça que o sistema seja executado, será necessário restaurar o sistema. 

Para iniciar a restauração, siga os passos a seguir:

No Windows 7:

  1. Ligue o computador e, assim que surgir a tela de inicialização, aperte a tecla F8 repetidamente. No equipamento irá aparece o menu de Opções Avançadas de Boot;
  2. Selecione a opção "Reparar Seu Computador";
  3. Crie um novo usuário de acesso. Preencha os campos com nome e senha;
  4. Em seguida, clique em "Restauração Sistema".

No Windows 8, 8.1 ou 10:

  1. Quando o computador iniciar a tela de login do Windows, pressione a tecla Shift e, em seguida, clique no ícone de energia selecionando "Restaurar";
  2. Posteriormente selecione as opções "Solução de Problemas", "Opções Avançadas"  e por último "Restauração de Sistema".

Se o problema persistir, abra um antivírus a partir de um disco externo ou pen drive, certificando-se de que a máquina não está conectada à internet. Em último caso, caso nenhuma alternativa funcione, a melhor solução é buscar um profissional para garantir a total segurança de seus dados e sistema. 

Assim, se deseja minimizar os riscos de ataques de ransomware, invista em segurança. Há empresas especializadas em oferecer serviços de prevenção a ameaças e invasões com soluções personalizadas a partir da consultoria de sua infraestrutura de TI.

4INFRA é uma delas - e pode fornecer tanto os serviços de prevenção e consultoria para o seu negócio quanto de recuperação de desastres. Se precisar, entre em contato conosco.

"Firewall" é um termo muito utilizado, mas nem todo mundo sabe qual é a verdadeira função desse recurso. O firewall é uma barreira que protege e ajuda a bloquear os acessos a conteúdos maliciosos, sem impedir o fluxo de dados. 

Podemos dizer, então, que firewalls são soluções que se localizam entre o link de comunicação e o dispositivo - geralmente, um computador. O aplicativo ou equipamento utilizado para fazer a barreira serve para empresas ou computadores pessoais, protegendo a integridade e o fluxo dos dados de rede.

Para atender bem a qualquer desafio, o firewall pode ser em forma de softwares ou hardware. No caso do firewall em forma de software, trata-se de aplicação que fazem parte do sistema operacional dos computadores desde seu primeiro uso. 

Os pacotes de dados possuem regras de segurança. Então, sua aprovação depende de essa estar de acordo com os métodos ou não. Além disso, os softwares possuem filtros que determinam a quais programas seu computador tem acesso. Os links de internet são controlados, permitindo que os malwares sejam bloqueados de forma eficiente e definitiva.

Já o firewall como hardware funciona a partir do uso de equipamentos específicos, e tem maior atuação nas empresas. A principal vantagem é a dedicação do equipamento, que é capaz de aplicar os filtros de uma forma mais ágil.

Qual é o melhor firewall?

Antes de responder a essa pergunta, vale lembrar que o firewall é um programa bem diferente do antivírus. Sua principal função é identificar e neutralizar softwares maliciosos e mal-intencionados que interferem no funcionamento do computador.

Nesse contexto, o melhor firewall é aquele que atua de forma preventiva ou com rápida reação a possíveis ameaças, dentro das necessidades de cada cenário.

Para te ajudar a escolher o melhor firewall possível, preparamos uma lista com os mais indicados. Você pode baixá-los ou solicitar auxílio com uma consultoria de TI especializada.

TinyWall

TinyWall é um programa gratuito que bloqueia o acesso de todos os programas da internet. Nele, o usuário deve criar uma lista com todos os programas em que o acesso é permitido. É uma aplicação para Windows que oferece o controle de firewall de forma prática.

Muito utilizado em empresas, principalmente para fins de foco e produtividade. 

Free Firewall

O Free Firewall também é programa gratuito para Windows. Ele oferece, de forma simples, o controle dos programas que podem ser acessados. No Free Firewall o usuário deve criar uma lista com os programas que não podem acessar a internet. 

Comodo Firewall

O Comodo Firewall, disponível para Windows, utiliza o modo aprendizado para descobrir a confiabilidade dos programas. Sua aplicação conta com um banco de dados que possui mais de dois milhões de programas e arquivos seguros.

Como escolher o firewall adequado

Para escolher o firewall ideal, existem algumas necessidades do setor de TI que devem ser levadas em consideração. Separamos algumas dicas para te ajudar nessa missão. 

Confira: 

Considere a complexidade da rede e o porte da empresa

As empresas de pequeno porte geralmente possuem poucos computadores e usuários; então, trabalham com redes mais simples. Mesmo assim, elas devem estar protegidas contra os ataques cibernéticos. Uma solução de firewall isolada e simples já é capaz de resolver o problema.

Já as empresas de grande porte costumam trabalhar com rede avançada. Nesse caso, é necessário contratar soluções mais complexas, visto que um firewall pode não ser capaz de proteger os dados de potenciais ataques. 

Aí, a solução deve ser combinada com outros recursos, como VPN, proxy web e antivírus.

Avalie seus equipamentos

Qual o equipamento utilizado pelos funcionários da empresa? É essencial entender isso quando chegar a hora de escolher o firewall ideal para a organização. 

O firewall de hardware é o mais indicado para empresas em que os equipamentos não mudam de rede com frequência. Ele possui uma configuração mais simplificada e protege uma rede inteira. Os roteadores de rede são grandes exemplos de firewall de hardware.

Caso a empresa possua usuários que mudam com frequência seu deslocamento, o uso de firewall de software é a opção mais versátil e recomendada. Por funcionar em cada dispositivo individualmente, a proteção dos dados é feita com maior eficiência.

Busque ajuda profissional

A escolha do firewall correto para o seu negócio só será acertada com a ajuda de profissionais especialistas. Através dessa consultoria é possível fazer a análise adequada das necessidades corporativas, levando diversos pontos em consideração antes de bater o martelo.

Os profissionais de TI não são responsáveis apenas por recomendar as melhores soluções: eles também podem implantar e configurar o firewall no ambiente empresarial.


Se você quer descobrir qual é o firewall mais adequado à sua demanda, procure a consultoria de TI da 4INFRA. Nós podemos te ajudar a escolher a melhor e mais assertiva forma de proteger os seus dados.

A consultoria de TI tem como principal objetivo identificar os pontos fracos e fortes dos setores de uma organização. Nela, profissionais especializados irão propor ações e métodos para fortalecer a área, dependendo da necessidade de cada empresa.

Assim, a consultoria de Tecnologia da Informação acompanha a implantação da solução empresarial e observa os resultados posteriores, monitorando resultados e propondo novas ações. O consultor se responsabiliza pela administração do projeto e demonstra aos gestores os pontos diferenciais de suas sugestões propostas para a resolução os problemas.

Geralmente, o consultor de TI possui especialização em uma área-chave da tecnologia. Esse profissional pode assessorar na implementação de sites, ambientes em nuvem, softwares, entre outras soluções.

Além disso, a consultoria ajuda a instituição em aspectos como análise dos requisitos de TI e supervisão dos processos de aplicação dos sistemas necessários para seu funcionamento.

Quais são as características do profissional de consultoria de TI

Os profissionais que atuam nas consultorias de TI têm várias habilidades. Dentre elas, podemos citar:

- a habilidade em consultoria; 

- linguagem técnica;

- linguagem de negócios;

- administração gerencial. 

Para fazer um bom trabalho, os consultores em TI focam nas atividades-fim do negócio e, claro, nos processos que levam até a entrega do produto ou serviço. O desempenho da consultoria é melhor quando os especialistas lidam diretamente com suas áreas de competência. 

Como consequência dessa intervenção, a produtividade e a lucratividade da empresa crescem.

Além disso, a consultoria tem uma visão externa das operações a partir de um viés mais eficiente e eficaz. Um consultor pode dar uma nova perspectiva à organização com base em suas experiências. Ele também pode apoiar práticas recomendadas especialmente para o setor em que a empresa atua. 

Como se especializar em consultoria de TI

Se você quer se tornar um consultor de TI, atenção: antes de se especializar na área, inicie pesquisas e estude a área escolhida com muita cautela. Assim, você descobre se realmente vale o investimento ou não. 

A internet é uma excelente ferramenta para estudar conteúdos, de maneira focada e gratuita. Use-a a seu favor. 

Caso perceba que realmente gosta da área de TI e quer seguir carreira nessa modalidade, aqui estão algumas dicas de como se especializar:

Faça um curso técnico

É interessante buscar um curso técnico antes de ingressar na faculdade, já que a sala de aula é uma excelente ferramenta para a prática da tecnologia da informação.

Não é necessário ter o curso técnico para ser consultor, mas é um bom diferencial.

Geralmente, no segundo período de cursos técnicos o aluno se depara com problemas e aprende como lidar com cada situação. Além disso, um curso técnico vai lhe oferecer uma orientação sobre as áreas em que vale a pena investir nos próximos anos de sua vida profissional.

Procure um estágio ou emprego na área 

O mercado de TI está sempre de portas abertas para profissionais atentos e qualificados. Basta procurar por empresas na área que deseja atuar e fazer portfólio antes de lançar seu próprio negócio. 

É importante continuar estudando, já que o setor de tecnologia é uma área de muitas mudanças. Assim, você vai estar estar preparado para qualquer nova situação.

Tenha uma especialização

Geralmente as consultorias procuram pelo menos um funcionário que seja especialista em alguma área de TI. Contudo, não fique preso apenas em sua especialização. 

O setor de Tecnologia da Informação está conectado diretamente à área de inovação e, por isso, é importante estar disposto a conhecer novas áreas. A melhor dica é: acompanhe o blog da 4Infra. Nossos conteúdos podem te ajudar a adquirir maior conhecimento na área de TI. 😉

Como a 4Infra pode te ajudar com consultoria de TI

Muitas empresas somente buscam auxílio em TI quando já estão a ponto de perder seus dados ou hardwares com anos de trabalho armazenados. 

Você pode evitar que isso aconteça tendo ao seu lado o sistema 4Infra de assistência e prevenção de riscos - e, ainda, contar com o gerenciamento remoto do seu ambiente de TI de forma prática e rápida.

Com a 4Infra, sua empresa terá um plano personalizado de infraestrutura em TI. Além disso, contratar uma consultoria especializada pode aumentar o rendimento e a produtividade da organização.

Entre em contato com a gente e tenha as melhores soluções para a sua empresa!

Embora muitas empresas precisem de um especialistas em TI para fazer com que as informações estratégicas e os dados sigilosos estejam sempre íntegros e à mão quando necessários, nem todas podem arcar com os custos de criar uma estrutura de grande porte.

É por isso que, hoje, há a oferta de suporte remoto em TI, principalmente para pequenas e médias empresas. A 4Infra é uma das empresas de ti, que vem fazendo esse serviço nos últimos anos.

Ainda que conheça a oferta pela atividade, o gestor pode não conhecer os benefícios de contar com um suporte remoto. Afinal, nem todos entendem os termos técnicos da tecnologia da informação – e muitos, inclusive, desconhecem a indispensabilidade desse recurso nas organizações.

Por isso, sem mais delongas, vamos falar dos cinco principais benefícios de contar com suporte remoto. Um spoiler: ele vale cada centavo investido. 

#1 Atendimento rápido e personalizado

Quando não há suporte remoto e um problema surge, o que vemos acontecer, com frequência, é o gestor perder tempo tentando solucionar algo que, tecnicamente, ele desconhece. Isso pode impactar tanto na produtividade quanto na força de vendas da pequena empresa. 

O suporte remoto para pequenas empresas, no caso da TI, serve a um propósito: ser efetivo a quem não tem como produto-fim a tecnologia da informação. Dessa forma, o principal benefício do serviço é fornecer suporte personalizado a quem tem uma dúvida e precisa resolvê-la rapidamente.

#2 Acompanhamento dos usuários

Além de estar disponível quando o cliente precisa, o suporte remoto para pequenas empresas também pode acompanhar a rotina da organização e atuar preventivamente.

Obstáculos como panes em computadores, perda de dados, travamento de servidor e outras dificuldades facilmente detectáveis por especialistas de TI podem ser evitados no dia a dia da organização que não tem conhecimento dessas questões.

#3 Monitoramento contínuo infraestrutura

Comprar um serviço de backup em nuvem ou de tratamento de dados sigilosos (como a possibilidade de atuar com cartões de crédito em e-commerce, por exemplo) não é garantia de bom funcionamento do serviço.

Toda aquisição da área de TI da pequena empresa deve ser continuamente monitorada, tanto para receber as atualizações necessárias quanto para contar com a atuação preventiva dos especialistas. Esse monitoramento pode ser realizado pelo suporte remoto.

#4 Criação e análise de relatórios técnicos

Uma das partes mais difíceis para quem não vende TI é receber os relatórios de TI e não entender o que dizem tantos termos técnicos e números aleatórios.

Acontece que nada, em um relatório, é ao acaso. O suporte remoto em TI ajuda o gestor a entender exatamente o que significa cada gráfico, tabela ou informação por escrito. Afinal, são os relatórios que demonstram o funcionamento (ou não) das estratégias aplicadas pela empresa – e precisam balizar as futuras decisões.

#5 Redução de custos de suporte

Contar com um suporte remoto é bem mais barato do que estruturar um setor de TI na empresa. Trabalhar com funcionários alocados demanda, primeiro, um local; em seguida, é preciso lidar com impostos, benefícios obrigatórios, como vale-alimentação e transporte, férias e 13º.

Por fim, os salários dos especialistas em TI costumam ser altos, já que eles têm responsabilidades gigantescas para com o tratamento de dados da empresa.

Assim, contratar um serviço terceirizado de suporte remoto é uma forma de reduzir drasticamente os custos com esse setor – e, ainda, manter a qualidade dos serviços. 

Em resumo, pequenas empresas estão sempre mais seguras se contam com suporte remoto em TI, e podem economizar mais através da terceirização. A possibilidade de reinvestir valores em áreas mais urgentes pode ser, inclusive, o único meio de sobreviver de alguns negócios.

Quer entender como o suporte remoto pode te ajudar a manter o nível de dados sempre alto, sem precisar pagar muito por isso? Fale com a 4Infra!

É melhor prevenir do que remediar, certo? O seu setor de TI pode estar trabalhando como um controle de danos para sua empresa, mas também pode ser um aliado estratégico do seu negócio. Por isso, o monitoramento de TI é tão importante: ele trabalha para detectar problemas futuros e perceber padrões de falha. 

Em outras palavras, o monitoramento de TI permite a correção antecipada de problemas e otimização de processos.

Na era digital, em que é importante estar sempre um passo à frente, o monitorar de TI permite a construção de um ambiente mais controlável e eficiente. O monitoramento manual demanda tempo, mão de obra e não garante confiabilidade de resultados. Tudo isso se opõem ao monitoramento aplicado através de ferramentas (Zabbix) que otimizam processos e detectam problemas futuros.

Entenda quais os desafios do monitoramento de TI para os próximos anos e porque desenvolver uma estratégia com essa finalidade é vital para o seu negócio:

3 desafios do monitoramento de TI

O primeiro desafio é ter uma infraestrutura de TI alinhada a estratégia do negócio. Vale refletir: seu setor de TI está trabalhando em prol dos objetivos da sua empresa? 

O monitoramento da infraestrutura auxilia os profissionais de TI e os gestores da empresa a identificar  os índices de eficiência da estratégia. O monitoramento constrói indicadores mais assertivos para otimização de processos e redução de downtime, além de evitar imprevistos comuns em um ambiente sem monitoramento. Os exemplos mais comuns desses imprevistos são: 

Ter pessoas capacitadas na equipe também é, cada vez mais, um desafio. Afinal,  o monitoramento de TI vai além de garantir uma infraestrutura em bom funcionamento: ele também exige pessoas capacitadas na leitura dos dados.  

Empresas de pequeno porte costumam ter apenas um profissional de TI cuidando de todo o setor. O que nem todas as organizações sabem é que, por sua complexidade, o monitoramento de TI exige suporte constante - e ele pode ser terceirizado

É importante ressaltar que, uma vez que a empresa tenha estrutura interna de TI, todos os colaboradores da empresa devem estar treinados para identificar e reportar falhas simples de sistema. 

Por fim, temos o desafio das ferramentas. Qual utilizar? ? Um dos principais obstáculos para monitorar o ambiente de TI é definir a ferramenta apropriada para o seu negócio.

Como existem diversas ferramentas para monitorar a infraestrtura de TI, é importante ter em mente seus objetivos para escolher aquela que melhor atende sua empresa. O principal ativo do monitoramento de TI é a rapidez na identificação e resolução de falhas e, portanto, é essencial que todas as estratégias estejam alinhadas, inclusive as ferramentas que vão permitir o controle das informações e dos dados. 

Vencendo os desafios do monitoramento de TI

Se os seus colaboradores e usuários percebem os problemas relacionados ao armazenamento de informações antes do seu setor de TI, ou de gestão, é sinal de que seu monitoramento não está funcionando como deveria. 

O monitoramento de TI pode ser o "salvador da pátria", seja na prevenção de riscos e confiabilidade, seja na previsibilidade de investimentos do setor. Além disso, a iniciativa auxilia em diversas áreas, onde, além de garantir o bom funcionamento da infraestrutura geral da organização, ela otimiza inúmeros processos e prevê riscos futuros. 

A boa notícia é que desafios existem para serem vencidos. E, para vencer os desafios, é preciso encontrar a melhor solução para o seu negócio. Um diagnóstico da sua situação permite a eficiência do monitoramento de TI dentro da sua empresa - e, se você não sabe por onde começar, comece por aqui.


A 4infra é especializada em monitorar redes e servidores e está preparada para te auxiliar com um plano de ação alinhado ao seu negócio. Solicite seu orçamento através do e-mail ou fale diretamente com um de nossos especialistas através do telefone (31) 3195-0580.

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