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Se você recebeu um boleto bancário, seja pelo correio ou pela internet, não pague logo de uma vez. O crime cibernético está tão avançado que atingiu as cobranças de faturas, imitando cartão de crédito, convênio médico e mensalidade escolar, entre outros. (mais…)

Quem pensa que a TI apenas desenvolve programas e oferece manutenção em computadores está bem enganado. A área oferta inúmeras possibilidades de carreira, sendo uma delas a de gestor de TI. Essa é uma das funções mais almejadas pelos profissionais. (mais…)

A cada dia que passa os dados se tornam ativos mais valiosos e podem até se configurar como o bem mais caro de uma organização. Com eles é possível enxergar problemas futuros, propor soluções, reduzir riscos e tomar decisões acertadas. (mais…)

Todos os dias, as empresas são expostas aos riscos de sofrer ataques cibernéticos. Nessas ações, criminosos podem roubar dados sigilosos e até mesmo sequestrar informações e devolvê-las mediante ao pagamento de resgate.

Por isso, ter um bom sistema de segurança é fundamental para evitar esse tipo de ataque. Muitas situações podem ser um sinal de alerta para sua empresa. Na publicação saiba em quais momentos o investimento em cibersegurança é crucial para seu negócio. 

Por que investir na segurança digital?

De acordo com um relatório da empresa especializada Netscout, no ano de 2021, o Brasil é o segundo país que mais sofreu com ataques cibernéticos. Entre 1º de janeiro e 3 de agosto de 2021, foram registrados mais de 439.000 ataques. 

Esse valor corresponde a 7,1% dos 6,4 milhões ataques que aconteceram em todo o mundo. No ranking, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos, que registrou 1,33 milhão. 

Em um cenário tão perigoso para empresas e usuários brasileiro, investir em segurança é fundamental para evitar transtornos maiores. No caso das empresas, o armazenamento de dados é ainda mais importante após a LGDP entrar em vigor. 

A  Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) diz respeito à maneira como as empresas tratam dados do público. Quando o sistema é invadido e acontece o vazamento de informações de clientes, por exemplo, a  pode a instituição pode sofrer com sanções e multas. 

Além disso, a segurança digital é também moeda de troca durante processos de negociações. Em matéria publicada pelo portal de tecnologia CanalTech, a empresa brasileira Compugraf revela que investir em proteção se tornou um diferencial competitivo no mundo corporativo.

Por isso, proteger os dados vai muito além de evitar prejuízos maiores para o seu negócio. É também uma forma de atrair clientes e fornecedores. Confira, a seguir, três sinais de que sua empresa precisa investir em proteção. 

Senhas fracas

Muitas vezes, para facilitar a memorização de alguma informação, podemos usar senhas mais óbvias. Entretanto, essa ação pode ser muito prejudicial para a segurança da sua empresa. 

Isso porque essa característica pode facilitar a invasão e ataques cibernéticos. Por isso, uma medida simples é adotar senhas mais complexas, que use mais de 8 caracteres, letras e números e caracteres especiais. Se você tem dificuldade em memorizá-las, existem aplicativos seguros voltados para o cadastro de senhas. 

Equipe despreparada para o meio digital

Usar o computador nas atividades é uma tarefa que pode ser fácil e simples para a equipe de trabalho. Entretanto, é importante que os colaboradores entendam quais perigos e ações podem facilitar a invasão do sistema de trabalho. 

O uso de senha óbvias e até acessar sites inseguros pode expor o aparelhos e dispositivos móveis da empresa para softwares maliciosos. Por isso, é importante que o grupo receba instruções de segurança digital. Se possível,  vale a pena investir em cursos de boas práticas de proteção no ambiente virtual. 

Site e sistema sem proteção

Contratar um serviço voltado para segurança de dados pode parecer um gasto desnecessário, mas essa ação pode promover um ambiente mais seguro para sua empresa. Por isso, é importante que exista ferramentas de proteção tanto para o site, sistema e meios de comunicação da empresa. 

Para te ajudar a encontrar os melhores recursos, é recomendado buscar o auxílio de especialistas na área de TI. Os profissionais estarão aptos para indicar a solução ideal para o seu negócio. 

Com uma equipe de especialistas em tecnologia, a 4infra oferece soluções em segurança para empresas. Fale com nossa equipe e saiba mais!

 

Que a computação em nuvem transformou a tecnologia digital não é mais uma grande novidade. Além das transformações na forma e funcionamento de vários dispositivos, essa mudança também impactou o mercado de trabalho. 

A partir das demandas que surgiram com a inovação, há um movimento que busca por inovação. Nela, gestores buscam não ficar tão presos a problemas ligados a TI. 

Nesse contexto surge o Xaas. Termo que pode ser traduzido pela ideia de “tudo como um serviço”, essa noção envolve modelos e paradigmas que prometem transformar a forma como a área de Tecnologia da informação tem atuado. 

Afinal, o que é o Xaas?

A tecnologia de nuvem é usada para o armazenamento e backup de documentos, como é o caso dos softwares como serviço, representado pela sigla Saas. Serviços que oferecem o upload de arquivos onde não se paga  infraestrutura do sistema é um exemplo dessa prática. 

Nesse sentido, tudo o que o usuário precisa pode ser acessado apenas com a internet, sem arcar com custos de atualizações de sistemas, por exemplo. Dentro dessa área, quem também aparece é o XaaS.

Como já citamos anteriormente, o Xaas envolve qualquer demanda do serviço de nuvem. Por isso há o elemento X, que representa as inúmeras possibilidades que essa forma de trabalho pode levar ao profissional de TI.  

Dessa forma, o modelo de negócio Xaas possui diversas possibilidades de atuação. Baseado na demanda das empresas, esse serviço tem sido escolhido por muitas empresas. 

Em vez de comprar a licença de um produto para ter sempre, o que tem acontecido hoje é uma contratação temporária. Assim, quando a demanda por aquele produto acaba, a empresa consegue cancelar o contrato.  

Dentro desse movimento, está inserido o Xaas que oferece soluções ligadas a recursos computacionais a partir da internet. Nesse sentido, não há um único servidor centralizado. 

Esse formato adota uma lógica de servidores espalhados nos centros de processamentos de provedores. Assim, para acessar o produto, o usuário precisa apenas do acesso à internet.  

De acordo com o termo estabelecido entre o cliente e o provedor, há algumas demandas de serviços específicas. Por exemplo, algumas formas de trabalho como o software como um serviço (SaaS), as demandas de manutenção e gerenciamento são responsabilidade do fornecedor. 

Por que investir no modelo de negócio Xaas?

Modelo de negócio em ascensão, o Xaas já é uma tendência no mercado de tecnologia e inovação. Por ser baseado na demanda, esse tipo de negócio consegue sobreviver às mudanças do mercado. 

Isso porque, de tempo em tempos, novas tecnologias surgem e,com isso, as necessidades dos clientes se transformam. Dessa forma, os serviços oferecidos pela empresa podem ser adaptados de acordo com o mercado. 

Além do mais, essa forma de trabalho proporciona maior eficiência financeira. Com isso, os custos de algumas operações só serão pagos quando a empresa estiver utilizando. Dessa forma, a empresa não tem custos para manter, por exemplo, um data center exclusivo. 

Outra vantagem é a maior agilidade para resolver problemas. De forma remota, a empresa de Xaas pode solucionar uma falha no sistema. O que torna toda a dinâmica desse processo mais fácil, sem a necessidade de deslocamento de mão de obra. 

Portanto, o Xaas é mais uma área promissora dentro do TI. Confira outras novidades do setor no blog da 4infra

Na rotina do profissional de TI, muitas vezes surgem problemas que precisam ser resolvidos. Em muitos momentos, podemos recorrer sempre as mesmas soluções, sem pensar em estratégias mais inovadoras. 

E, quando apostamos sempre nas mesmas formas de resolver um problema, dificilmente poderão surgir formas mais ágeis e melhores. Por isso, com o intuito de promover novas perspectivas, acontece a união da área de TI com o design thinking. 

Design thinking: entenda como esse método funciona

Conhecido pela abordagem não linear, o design thinking é uma forma de estimular o pensamento crítico na solução de problemas. 

A partir desse método de analisar situações, é possível promover a construção de novas abordagens para situações do cotidiano. Um dos objetivos desse conjunto de técnicas é que, de forma conjunta, possam ser solucionadas questões do dia a dia. 

Dessa forma, o design thinking não busca promover uma única  fórmula para solucionar questões de clientes ou da área de atuação. Ele busca apresentar o máximo de ideias possíveis para resolver algo. 

Nesse sentido, essa técnica é ótima para repensar as estratégias que estamos adotando. Mais do que uma solução infalível, o método pretende reunir o maior número de pontos de vista sobre uma questão. 

Área de TI e Design thinking: como essa combinação pode dar certo?

A partir das técnicas do design thinking, são promovidos aspectos importantes para o profissional de TI. O potencial criativo, o planejamento e a busca por maneiras mais simples e ágeis de solucionar problemas são questões importantes no cotidiano do TI. 

Por isso, a combinação dessas duas áreas pode trazer inúmeros benefícios para quem precisa resolver questões na área da tecnologia.  Um dos princípios que envolve o design thinking é a empatia. 

Num primeiro momento, esse conceito pode parecer distante do universo do TI. Entretanto, no dia a dia é necessário compreender a realidade de quem usará a solução que o profissional está propondo.

Isso porque, em alguns casos, se não analisar quem usará aquele produto, podem ser desenvolvidos produtos e serviços que o consumidor final não consegue acessar. Um bom exemplo é pensar no desenvolvimento de um site, por exemplo, para crianças. 

De nada adiantará desenvolver inúmeros textos de forma muito complexa, se o público infantil não conseguir entender a lógica do site. Por isso, o exercício de empatia é fundamental para que o TI entenda o que ajudará de fato quem irá usar aquela solução. 

Para entender de forma mais clara os processos do design thinking, vamos te apresentar quatro etapas importantes. Vale lembrar que esse processo não é linear, por isso, não precisa ser seguido à risca. 

O momento de imersão e a ideação

Nessa etapa são apresentados os problemas que precisam ser solucionados. Para isso, os envolvidos podem usar técnicas como a análise SWOT, que avalia pontos fortes e fracos ligados à questão que precisa ser resolvida. 

Por exemplo, se a questão está ligada a processos da empresa, o SWOT é um norte para compreender esse cenário. Para isso, são analisadas as forças e fraquezas da empresa, além de observar fatores externos como as oportunidades e as ameaças. 

Para avaliar esses pontos, o profissional pode pesquisar sobre o cenário do setor que a empresa está inserida, tendência do momento e inovações. Nesse processo, também pode ser avaliado feedbacks de clientes e a cultura organizacional. 

Já na fase de ideação, o que se busca é apresentar diversas possíveis soluções e pontos relacionados à empresa. Para isso, é interessante reunir o núcleo de TI do local para ter novas ideias. 

Essa fase busca dar mais liberdade para a equipe, O objetivo é que os colaboradores estejam aberto à dispostos a dar ideias que podem ajudar a solucionar as questões encontradas. 

Prototipagem e desenvolvimento

Depois que as ideias surgiram, é importante que elas sejam lapidadas. E, é nesse momento, que são selecionados os caminhos que vale a pena seguir. Para isso, é importante olhar de forma crítica para o que foi proposto e desapegar das ideias. 

Após essa análise, é desenvolvido um protótipo do que pode ser a solução. Por exemplo, se o que se deseja mudar é o layout do site da empresa, essa é a fase de pensar nos recursos propostos que estão alinhados à empresa.

Além da prototipagem, outra fase do design thinking é o desenvolvimento.Essa fase é importante para testar as soluções propostas. Para isso, deve-se avaliar os resultados da ação e se é necessário algum ajuste.

A partir disso, o processo consegue chegar até um produto final. Nesse momento, a área de TI pode se articular com outros setores como a comunicação e vendas da empresa. 

No trabalho de TI, essa prática pode ser adaptada de acordo com a realidade da empresa que está atuando. O importante é buscar outras formas inovadoras de solucionar questões importantes. 

 

Tecnologia que tem conquistado cada vez mais espaço, a computação em nuvem, também conhecida como cloud computing é uma inovação que veio para ficar. No dia a dia do trabalho, você provavelmente já lidou com essa inovação. 

Presente em tecnologias como o Google Documentos, a nuvem é um tipo de tecnologia que usa a grande escala da internet para a hospedagem de arquivos. Um dos tipos que tem ganhado espaço é a nuvem pública. 

De acordo com a Gartner, a estimativa é que, nos próximos anos, o investimento em serviços de nuvem pública tenha um crescimento de até 21,7% em 20221. A empresa de consultoria ainda estima que o setor movimentará 396 bilhões de dólares em 2021. 

Afinal, como funciona a nuvem pública?

Opção mais comum quando o assunto é cloud computing, a nuvem pública  é um conjunto de serviços oferecidos a outros indivíduos e instituições na internet pública. A partir dele, qualquer pessoa consegue usar esse serviço de forma gratuita ou até mesmo comprá-lo.

Usado por empresas em várias partes do mundo, a nuvem pública possui servidores próprios que atuam de forma independente. De maneira isolada, o provedor atua na alocação de sistemas, dados, softwares. 

Cada um dos servidores ligados à nuvem pública são usados por provedores de maneira terceirizada e, após esse processo, eles são entregues à internet. Nesse sentido, a nuvem pública é um modelo compartilhado, que é dividido com outras empresas. 

Por conta dessas características, o sistema público oferece mais escalabilidade se comparado com as nuvens privadas. Além disso, outras vantagens para as empresas são a economia de gastos ligados às compras que o sistema privado exige. 

Além do mais, a redução de gastos com o uso da nuvem pública também envolve a infraestrutura, gerenciamento e instalação de hardwares e aplicativos. Isso ocorre porque, essas demandas que a nuvem exige serão feitas pelo provedor de serviços. 

Vale a pena investir na nuvem pública?

Além da economia de recursos, que envolve a escolha da nuvem pública, outras características são mais vantajosas que a nuvem privada.  Com inúmeras etapas, a plataforma desse serviço é mais rápida de ser implantada em uma empresa. 

Além disso, a tecnologia cloud computing está em algumas tendências e inovações. O sistema 5G, por exemplo, é uma das novidades da telecomunicação que conta com a computação de nuvem. Isso graças à velocidade, escalabilidade e flexibilidade do sistema.

Outra vantagem é a acessibilidade da nuvem pública. Isso porque, por ser uma tecnologia compartilhada, seus custos são menores. Dessa forma, pequenas empresas conseguem usá-la. 

Além do mais, os empreendimentos possuem a liberdade de selecionar pacotes que atendam as necessidades do negócio .Ou seja, podem investir em serviços que façam mais sentido para a realidade da empresa. 

Com acesso a internet, todos os colaboradores da empresa conseguem acessar informações do empreendimento. Entretanto, nem tudo é perfeito na nuvem pública. Por conta dessa facilidade em relação ao acesso, podem existir problemas ligados à segurança. 

Entretanto, é possível contornar o problema caso a sua implantação aconteça dentro de padrões de segurança. Se bem utilizada, sua segurança pode ser tão boa quanto a nuvem privada. 

A partir de um provedor que siga esses padrões de segurança, como um sistema que detecta possíveis invasões, por exemplo,essa questão não será um grande problema

Para isso, sua empresa pode contratar um serviço para auxiliá-lo nesse processo. Com uma equipe de especialistas, a 4infra oferece suporte técnico na área de tecnologia da informação. Entre em contato no nosso site!

Empresas com muitos acessos ou demandas, podem exigir serviços mais personalizados para o seu sistema. Um desses serviços são os servidores personalizados, um local onde fica armazenado dados essenciais para o bom funcionamento de uma máquina. 

Também usado como um item que garante segurança e que atua de forma integral para manter arquivos online, o servidor dedicado atua de forma mais robusta se comparado com outros tipos. 

Entretanto, antes de optar por um servidor dedicado, é importante a empresa conhecer quais opções existem hoje no mercado. A partir disso, será selecionado o modelo que fará mais sentido para o negócio. Uma dessas possibilidades é o bare metal. 

Afinal, o que é o bare metal?

Uma opção para quem deseja bons resultados em performance, o bare metal é um tipo de servidor físico. Diferente de outros modelos, ele é exclusivo para um único inquilino, o que proporciona uma melhora no desempenho e segurança. 

O termo em inglês, que é traduzido de forma literal como metal cru, o bare metal é usado na área de TI, por exemplo, para a instalação de um sistema operacional. Nesse sentido, o servidor hospeda o sistema diretamente no hardware. 

Esse processo é diferente de outras instalações que acontecem no caso de ambientes virtualizados. Isso porque, nesse caso, o sistema operacional fica hospedado em vários VMs, ou seja, em diferentes máquinas virtuais.

Por ser um sistema que evita o processamento em diversas camadas, o bare metal proporciona mais controle para o responsável pelo servidor. Outra vantagem do servidor físico é um tempo menor para acessar dados, o que garante mais velocidade ao sistema.

As vantagens do Bare Metal para os negócios

Além disso, ao ser comparado com servidores virtuais, o bare metal se destaca no desempenho de aplicações que são mais sensíveis. Outra vantagem do servidor estar na possibilidade de não compartilhar recursos com servidores de outros inquilinos. 

Com isso, é possível evitar um fenômeno conhecido como efeito do vizinho barulhento. Outra questão que se destaca é a segurança. Isso porque recursos, aplicativos e dados ficam isolados no servidor. 

Com isso, há uma melhora significativa no que diz respeito aos níveis de segurança de e informações. Além disso, outros impactos positivos acontecem na privacidade do sistema ao ser comparado com os servidores virtuais. 

Nesse sentido, para as empresas que desejam mais segurança de dados, o bare metal é um servidor que se destaca. Empreendimentos em setores que lidam com muitas informações de outros usuários,  como bancos e lojas varejistas, o servidor se destaca. 

Dessa forma, a partir desse servidor dedicado para o empreendimento, é possível proporcionar um ambiente mais seguro para as informações. Entretanto, nem todas as empresas precisam desse sistema dedicado. 

Caso seu negócio não envolva um grande volume de dados restritos como os exemplos citados acima, é indicado o ambiente virtualizado. Vale lembrar que existem diversas estratégias que irão garantir a segurança das informações. 

Para isso, é indicado procurar uma consultoria especializada que indicará as melhores soluções para sua empresa. A 4infra atua no ramo de tecnologia da informação em área como terceirização TI e segurança virtual. 

Saiba como proteger os dados da sua empresa com a 4infra. Entre em contato com nossa equipe!

 

Grandes salas desenvolvidas para o processamento de dados, o data center acumula inúmeros recursos importantes ligados ao sistema da empresa. Usado para o armazenamento de dados, sua proteção é um ponto essencial. 

Dentro dos recursos usados com o objetivo de proteger os dados de clientes e empresas, está o snapshot de disco. O uso deste dispositivo está ligado a uma ação muito importante: ser um local onde há uma cópia segura dos arquivos de um servidor. 

Entretanto, a ação do snapshot ainda é muito mais ampla do que podemos imaginar. Como um retrato, o snapshot registra informações do disco, memória e do sistema como um todo.

O que é o Snapshot de disco?

Uma das estratégias que faz parte do backup, ou seja, a cópia de segurança, o Snapshot atua como uma fotografia. Dessa forma, essa ferramenta registra como está o estado atual de um servidor. 

Para isso, esse recurso de proteção de dados produz uma espécie de foto que registra como o sistema está naquele momento e a armazena. Dessa forma, o Snapshot é capaz de registrar as configurações da máquina e os metadados de arquivos. 

Com essa ação, caso aconteça uma invasão no sistema ou algum desvio nas informações do sistema, o Snapshot pode ajudar. Para isso, a ferramenta conseguirá promover uma restauração rápida do sistema. 

Num primeiro momento, a ação da ferramenta pode  parecer muito semelhante ao backup. Entretanto, o snapshot de disco possui algumas limitações em relação a esse outro processo. 

Quando acontece algum erro no sistema armazenado, por exemplo, o backup consegue promover a restauração apenas do local que está com defeito. Por isso, o snapshot é limitado, já que promove a restauração completa e não apenas da parte com problema. 

Snapshot e a proteção de dados

Além de atuar na proteção de informações dos servidores, esse método também tem resultados positivos para o storage, equipamento que armazena os dados de servidor. Por ser uma fotografia do sistema, a principal vantagem está na possibilidade de recuperar dados. 

Em outros sistemas, quando uma informação é alterada, sua versão antiga pode ser excluída. Dessa forma, se você precisa acessar a primeira versão de um arquivo, será bem mais complicado recuperá-lo com outros métodos. 

Por registrar todo o sistema, o snapshot possui a vantagem de ter acesso a versões mais antigas e novas de um mesmo dado. Isso porque, ambas as versões ficam armazenadas na ferramenta. 

Com isso, a restauração dos dados acontece de forma mais rápida. Para isso, você consegue localizar esses arquivos de algumas formas. Isso pode acontecer a partir da data ou por alguma outra mudança que tenha acontecido na máquina

Assim, mesmo que um arquivo seja excluído após a invasão de software malicioso ou por acaso, é possível recuperar a informação. Por isso, o sistema ainda assim é muito vantajoso para as empresas. 

Conheça outras soluções voltadas para a proteção e backup do sistema da sua empresa na 4infra. Fale agora com a nossa equipe!

 

 

Todos os dias sofremos com o risco de que aconteçam imprevistos e erros. Falhas de software, ataques cibernéticos são contratempos, ligados a causas naturais, como também são provocados pela ação humana. Para administrá-los é fundamental o plano de recuperação de desastres. 

Indispensável para área de TI, o plano de recuperação de desastres é uma ferramenta importante para lidar com os problemas que acontecem na vida cotidiana de uma empresa. 

Acidente como a queda de energia ou erro de colaboradores, por exemplo, afetam o funcionamento da empresa, além de gerar perdas na produtividade. Observando esses cenários hipotéticos, é desenvolvido o plano de recuperação de desastres. 

Com origem ligada ao termo inglês Disaster Recovery Plan, também conhecido pela sigla DRP, o plano ajuda a empresa a lidar com acidentes diários de forma mais eficiente. O plano de recuperação de desastres tem o objetivo de minimizar impactos de um erro ou falha. 

Dessa forma, o plano propõe soluções que irão recuperar informações abaladas por um acidente  ou até mesmo propondo pausas para retomar as atividades. Com o DRP, a empresa consegue funcionar, mesmo quando há algum erro ou acidente, até voltar a normalidade. 

A partir do plano de recuperação de desastres, que apresentará um planejamento de ações, o negócio sofre menos impactos com as interferências que surgirem.

Como desenvolver um bom plano de recuperação de desastres em 3 passos

Roubos de dados, desastres naturais são contratempos e desafios que a sua empresa precisa estar preparada para lidar. Para que a empresa elabore ações mais efetivas com menos impactos negativos, elaboramos três dicas valiosas para a elaboração do plano de recuperação de desastres. 

1.Identifique os riscos e os impactos para a empresa

Antes de pensar nas ações, é importante compreender quais contratempos podem acontecer ao longo de um dia de trabalho. Para isso, é importante levar em consideração as áreas da empresa. 

A partir da compreensão dos departamentos que compõem o empreendimento, é possível delimitar os riscos que podem afetar as atividades diárias. Um caminho interessante para esse primeiro passo é pensar no que é fundamental para que aquela atividade aconteça. 

Um bom exemplo é imaginar situações hipotéticas e mensurar seus impactos. Se acontecer uma pane e a empresa perder dados relacionados às finanças do último ano, de que maneira isso impactará o setor financeiro? Quais práticas podem ajudar a contornar esse problema?

Além de compreender quais são os riscos, é importante avaliá-los. Dessa forma, podemos delimitar ações de recuperação que precisam ser priorizadas e o que será fundametal para o funcionamento do negócio. 

Nesse sentido, será possível definir quais ações são menos essenciais e quais causam menos danos para a empresa. Com isso, é definido o que pode ser deixado para um segundo momento.

2. Desenvolve uma política de continuidade

Sabe quando uma situação dá errado no trabalho, mas você continua cumprindo suas demandas? Isso faz parte da  política de continuidade da empresa!

O objetivo dessa ação é promover nos colaboradores da empresa o foco em permanecer cumprindo com as tarefas do dia, mesmo com contratempos. Assim, os colaboradores ficam cientes do que fazer no momento que ocorrer contratempos. 

3. Crie metas e estratégias para o plano de recuperação

Para além de pensar nas ações do plano, é importante criar metas que irão ajudar a mensurar e estimular prazos para ações. Para isso, existem dois indicadores que podem ajudar: RTO e RPO. Ambos os indicadores identificam recuperações prioritárias para a empresa e o tempo gastos pelas ações.

O Recovery Time Objective, também conhecido como RTO, ajuda a determinar o período que as ações do plano gastam até retornar às atividades normalmente. A contagem desse tempo acontece a partir da identificação do acidente. 

Em caso de desastres, o Recovery Point Objective, o RPO, observa o número de dados que são perdidos. Vale lembrar que o RPO indica um valor aceitável de perda. Outra questão importante é deixar as metas e objetivos apontados com clareza no plano. 

Após pensar nas metas e levantar quais são os riscos para cada setor e quais questões são prioritários, é possível desenvolver estratégias para o plano de recuperação. Para isso, é importante que essas ideias levem em consideração os recursos disponíveis no local.

4. Apresente o plano e sempre pense em formas de melhorá-lo!

Após desenvolver o plano de recuperação para desastres, com metas, objetivos e estratégias, é o momento de compartilhá-lo! Assim, todos os membros da empresa estarão preparados para os contratempos que podem surgir. 

Além de apresentá-lo, é importante revisar o que foi proposto e pensar no que é importante para que as ações sejam colocadas em prática. A partir disso, é possível delimitar recursos e ferramentas importantes para esse momento. 

É importante destacar que, de nada adianta desenvolver um plano que não é revisitado. Além do mais, o plano precisa ser revisado com uma certa frequência. A empresa pode passar com transformações e, essas mudanças, devem estar dentro do plano. 

Com essas dicas, será mais fácil desenvolver o plano de recuperação de desastres para sua empresa. Se nesse processo identificar as necessidades de auxílio de profissionais da área de TI, saiba que a 4Infra oferece serviços de consultoria até a terceirização do setor TI. 

Entre em contato com a nossa equipe e conheça outras soluções da área no nosso site! Fique por dentro das inovações tecnológicas no blog da 4Infra.

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