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Cryptojacking pode estar prejudicando o desempenho da sua empresa

Cryptojacking pode estar prejudicando o desempenho da sua empresa

O número de ataques cibernéticos vem aumentando no Brasil. Só no primeiro semestre de 2018 foram identificados 120,7 milhões de links maliciosos, sendo o campeão de contaminação o Whatsapp, com mensagens de apps que colocam em risco a privacidade dos usuários.

No entanto, uma nova geração de malwares está se espalhando por grandes redes corporativas, contaminando estações de trabalhos e servidores, sendo imperceptível ao usuário e não detectado pelo antivírus  tradicional. Trata-se do cryptojacking, um programa malicioso que, uma vez instalado, minera criptomoedas.

Essa é mais uma das muitas formas utilizadas pelos cibercriminosos para ganhar dinheiro.

 

O que são criptomoedas?

 

As moedas físicas que utilizamos para pagar contas e comprar coisas possuem características que conferem autenticidade a elas, como marca d’água, número de série e outros dispositivos de segurança. Já a criptomoeda utiliza o recurso da criptografia, ou seja, códigos difíceis de serem quebrados, garantindo mais segurança nas transações.

A moeda virtual já é uma realidade aceita como forma de pagamento em vários países, inclusive no nosso país. A emissão é simples e não passa pela Casa da Moeda ou Banco Central. Ela é gerenciada pelo próprio usuário, sem a intermediação de órgãos ou qualquer autoridade.

O Bitcoin, por exemplo, é a criptomoeda mais conhecida no mundo. Ela é gerada na internet e qualquer pessoa que tenha um software específico consegue “minerar” a moeda. Esse é o processo de registrar as transações no livro público do Blockchain que armazena, nessa estrutura, todas as operações realizadas, distinguindo as transações legítimas das tentativas de reuso da moeda digital.

Todo o sistema é conduzido por softwares específicos, instalados em um maquinário exclusivo e de alta capacidade para essa operação. Após resolver uma série de cálculos contábeis para verificar a precisão do registro público, a atividade é recompensada com a emissão de novas moedas.

 

 

 

Cryptojacking: ataque malicioso às criptomoedas

 

Cryptojacking é um termo em inglês que liga o termo “crypto” de criptomoedas, e “jacking”, que se refere a algo obtido de forma ilegal – ou, em outras palavras, sequestro. Assim, estamos falando de um programa malicioso que ataca computadores responsáveis por minerar moedas digitais.

Tal malware é diferenciado, pois não é enviado por meio de arquivo. O usuário não percebe sua existência e antivírus tradicionais não conseguem detectá-lo. Acontece que a máquina é infectada remotamente, por meio de ferramentas como o Windows Management Instrumentation. Ou seja, o programa não é instalado diretamente no disco rígido, dificultando sua identificação.

Esse modelo de programa envolve duas formas de obtenção de  moedas virtuais de maneira ilegal. A primeira é a disseminação de um vírus no computador da vítima, examinando todas as operações e recursos disponíveis para gerar criptomoedas. Elas são, então, direcionadas para uma conta digital do hacker via internet.

Já o outro sistema de cryptojacking, mais comum, utiliza sites contaminados que exploram as máquinas para a geração de moedas virtuais. Quanto mais o usuário acessar determinadas páginas, maior será o ganho para o cibercriminoso.

O cryptojacking pode causar grandes problemas para organizações detentoras de moedas virtuais. Ao contrário de outros malwares que, de forma direta, roubam dados, sequestram informações e outros aspectos que fragilizam a segurança, o modelo em questão utiliza recursos do sistema infectado para gerar valor monetário a terceiros.

Além disso, o golpe transfere para a vítima a conta de toda a transação.

 

Como se proteger?

 

O ataque às criptomoedas representa uma ameaça ao investimento de usuários e grandes corporações. Para que não haja prejuízo, com transações creditadas nas contas dos verdadeiros donos, algumas medidas precisam ser tomadas.

Antes de qualquer instalação de programas de combate a malwares, é importante fazer análises regulares do sistema. Só assim é possível identificar brechas que deixam seu computador vulnerável ao ataque de hackers.

É preciso, também, atualizar o antivírus com frequência e adquirir um bom firewall para bloquear os ataques do cryptojacking.É complicado saber qual software se adapta melhor a essa necessidade. Por isso, não fique em dúvida: entre em contato com quem entende do assunto. Os consultores da 4infra darão todo o suporte possível para que seu computador esteja em segurança.


3 de junho de 2019

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